VW liderou no bimestre, seguida da Fiat. Marca chinesa subiu para o terceiro lugar este ano.

Apesar de a Fiat manter a liderança no ranking geral de emplacamentos e também no atacado, o varejo vem registrando um verdadeiro vaivém este ano. A Volkswagen assumiu o topo com 14,5% de participação no bimestre, seguida bem de perto pela marca italiana, que deteve 14,07%.
A grande novidade é a BYD superando a General Motors no varejo, com fatia de 10,33% ante índice de 9,12% da agora quarta colocada. Considerando o total de vendas no varejo no bimestre (187 mil unidades), a chinesa vendeu 19,3 mil unidades e a estadunidense cerca de 17 mil.
A Volkswagen liderou o varejo nos primeiros dois meses do ano com 26.948 emplacamentos, enquanto a Fiat licenciou 26,3 mil junto ao consumidor comum. Na sequência dos quatro primeiros colocados do varejo vêm a Hyundai, Toyota, Honda, GWM e Jeep.
As vendas no varejo responderam por 48,2% dos negócios totais com veículos leves em fevereiro e por 44,9% no acumulado do bimestre.
Com relação aos modelos, a principal novidade no mês passado foi a chegada do BYD Dolphin Mini ao topo dos emplacamentos no varejo, um fato inédito, visto que nunca antes um veículo 100% elétrico atingiu tal posto.
O modelo chinês emplacou 4.094 unidades no mês passado e garantiu a primeira colocação, com folga de mais de 200 unidades em relação ao segundo colocado, o VW Tera (veja tabela abaixo).
A BYD chegou inclusive a divulgar um comunicado sobre a ascensão do seu carro elétrico, cujo preço sugerido é de R$ 119.990, ao topo do varejo.
“Há um tempo, a BYD vem demonstrando que o carro elétrico não é mais uma promessa. O avanço do Dolphin Mini, superando nomes históricos no topo do ranking brasileiro, mostra como a nossa estratégia de democratização da mobilidade eletrificada está sendo bem-sucedida no País”, destacou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto.
Segundo o executivo, o modelo deve ampliar ainda mais o seu sucesso no mercado brasileiro, a partir da nacionalização da produção na fábrica de Camaçari (BA), inaugurada em outubro de 2025, propiciando maior disponibilidade de produtos, preços mais acessíveis e o fortalecimento da estratégia da marca no País.
“Com o avanço da estrutura e dos galpões de estamparia, soldagem e pintura, a liderança que conquistamos em fevereiro será ainda maior nos próximos meses”, prevê Baldy.
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