Empresa

América do Sul: a bola da vez na última reunião do board da Stellantis este ano.

Emanuele Cappellano já se prepara para mostrar os avanços na região no encontro de 19 de dezembro em Amsterdã

Em encontros trimestrais, o board da Stellantis elege um tema central pra debater em Amsterdã, sede da companhia. Na última reunião deste ano, em 19 de dezembro, a bola da vez será a América do Sul, cujas operações têm na presidência o italiano Emanuele Cappellano.

Em almoço de fim de ano promovido pela companhia em São Paulo nesta segunda-feira, 25, o executivo conversou com um grupo de jornalistas e comentou sobre as suas últimas atividades em 2024, destacando o encontro do board para a qual já vem se preparando com afinco.

LEIA MAIS

Com Pulse e Fastback híbridos, Stellantis dá partida a eletrificação da linha brasileira

“Não quero ter pressa”, diz Cappellano sobre a chegada da Leapmotor ao Brasil

Afinal, é um privilégio ser a bola da vez no contexto de um conglomerado global, que reúne 15 marcas no mundo — Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram, Vauxhall e Leapmotor — das quais cinco têm produção no Brasil.

E, sem dúvida alguma, a América do Sul teve importantes diferenciais este ano, não só por apresentar balanço positivo em vendas nos principais mercados da região mas, principalmente, por lançar no Brasil a tecnologia Bio-Hybrid, que inicialmente equipa os SUVs da Fiat, Pulse e Fastback.

Com empolgação, Cappellano adiantou-se ao dizer que as vendas da nova tecnologia flex estão surpreendendo positivamente. “Estão acima das nossas expectativas”, revelou, mostrando total otimismo quanto ao sucesso da nova era de produtos híbridos que a Stellantis lançará na região.

Ao sair do almoço com a imprensa, o presidente da Stellantis na América do Sul foi participar de encontro com fornecedores no Sindipeças, no qual um dos temas seria a nacionalização de peças e componentes na era da eletrificação.

“É preciso que todos participem desse processo para justificar os necessários investimento em localização. São vários os itens passíveis de produçao local mas, para isso, é preciso ter volume”, explicou.

Dentre os números consolidados da América do Sul divulgados na primeira semana deste mês, a Stellantis destaca mais de 752 mil unidades vendidas pela empresa, com 23,6% de market share.

No Brasil, a participação do grupo chegou a 29,8%, com mais de 597 mil emplacamentos, um aumento de 41.834 unidades vendidas em comparação com 2023. A Fiat é líder inconteste no mercado brasileiro e emplacou em novembro três modelos no Top 10: Strada, Argo e Mobi


Foto: Divulgação/Stellantis

Compartilhar
Publicado por
Alzira Rodrigues

Notícias recentes

Renault inicia produção do Boreal na Turquia com versão híbrida

Fanbricado até então apenas no Brasil, SUV passará a ser exportado para o Leste Ejuropeu,…

% dias atrás

Hyundai I20 é primeiro modelo de nova família de veículos sem sedã

Airton Cosseau, presidente da montadora, afirma que a capacidade produtiva anual de Piracicaba já é…

% dias atrás

Mercedes-Benz eActros Lowliner: nova aposta elétrica para alto volume no IAA 2026.

Modelo promete autonomia para até 500 km com uma única carga

% dias atrás

Exportações de veículos acumulam queda de 20% até maio

Embarques para Argentina, o maior mercado, recuaram mais de 30% nos cinco primeiros meses

% dias atrás

Lula lança Move Brasil – Entregadores e Motoapp

O prazo de financiamento é de 48 meses, com dois de carência. Mulheres pagarão juros…

% dias atrás

Estoque beira 500 mil veículos, 329 mil importados

Compras na China cresceram expressivos 86,6% este ano, enquanto carros argentinos perdem espaço no Brasil

% dias atrás