No caso dos eletrificados chineses, alta foi de 33,2%

Além das vendas diretas, envolvendo principalmente as compras de locadoras, também a demanda maior por carros importados foi decisiva para garantir aumento médio de 7,1% nas vendas de veículos leves no primeiro trimestre.
Dados da Anfavea indicam que a venda de importados atingiu 112,8 mil unidades, alta de 25,3% no comparativo com os primeiros três meses do ano passado, quando foram emplacadas 90,2 mil.
Em contrapartida, a compra de carros e comerciais leves produzidos no Brasil teve alta de apenas 3%, de 395,3 mil unidades para 407,2 mil no comparativo interanual, com os modelos vindos de fora atingindo participação de 20,5% no período.
Nesse contexto todo, destaque para as compras de modelos chineses, que registraram expansão de 33,2%, subindo de 24,1 mil para 32,1 mil unidades, conforme quadro apresentado pelo presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite.
De acordo com o executivo, com a proximidade de mais uma elevação no Imposto de Importação de eletrificados, prevista para julho, os chineses já começaram a intensificar as importações, assim como fizeram há um ano pelo mesmo motivo, gerando estoque de 86 mil veículosna época e, inclusive, problemas nos portos brasileiros.
No ranking dos veículos importados pelo Brasil, a Argentina se mantém no topo, com participação de 47%. Foram comercializados este ano quase 53 mil carros vindos do país vizinho, ante as 38 mil do primeiro trimestre de 2024, aumento de 39,5%.
Já as compras no México foram reduzidas de 10,8 mil para 8 mil unidades no mesmo comparativo.
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