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Cummins perde R$ 220 milhões/ano por causa de peças falsificadas

Empresa muda embalagens para dificultar essa prática e quer crescer 10% este ano no mercado de reposição

A Cummins aproveita a Automec, que acontece esta semana no São Paulo Expo, na capital paulista, para lançar nova estratégia de combate à venda de peças falsificadas de motores da marca, responsável por um prejuízo estimado em R$ 220 milhões/ano.

Edivaldo Portugal, gerente de Produto da Cummins, informou que entre 15% e 20% do mercado de reposição de motores Cummins, da ordem de R$ 1,1 bilhão, correspondem a componentes não genuínos, que comprometem a segurança, reduzem a eficiência e afetam a durabilidade dos propulsores.

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Para enfrentar essa situação, a empresa lança uma nova embalagem com etiqueta de segurança holográfica, que permite o rastreamento e a validação do componente por meio do site oficial da marca.

“Produzidas por um único fornecedor global, essas etiquetas contam com mecanismos que impedem sua reutilização, oferecendo uma camada extra de segurança contra fraudes”, informa a Cummins, revelando a comercialização de 70 mil peças de seu catálogo no mercado brasileiro.

Segundo Portugal, a Cummin registrou crescimento de 20% no mercado de reposição no ano passado e espera crescer mais 10% este ano, em função das ações para combater à falsificação de seus componentes e também do lançamento de novos itens no mercado nacional, dentre eles dois de produtos remanufaturados ReCon.

São eles os novos injetores ReCon para veículos Euro V – ISB 4.5 e 6.7 e a expansão da linha Backbone ReCon, agora com cobertura para motores ISF e ISL.


Foto: Divulgação

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Publicado por
Alzira Rodrigues

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