Nova estrutura envolve investimento de R$ 200 milhões nos próximos 3 anos e 100 novos colaboradores

A Bosch escolheu o Brasil para sediar o Centro de Competência Global da empresa para pesquisa, desenvolvimento e manufatura de tecnologias para o agronegócio. O projeto envolve investimento de R$ 200 milhões nos próximos três anos e contratação de 100 colaboradores.
“Queremos impulsionar o desenvolvimento tecnológico e fortalecer a estratégia de inovação da empresa, com expansão da capacidade produtiva já existente. A população global deve superar a marca de 10 bilhões de pessoas até 2050 e a expectativa é que a produção de alimentos cresça o dobro para acompanhar a demanda”, comenta Gastón Diaz Perez, CEO e presidente do Grupo Bosch na América Latina.
Nesse contexto, lembra queo Brasil e a Argentina, juntos, são responsáveis pela produção e exportação da maioria dos grãos que alimentam o mundo. “Apenas a região latino-americana representa cerca de 20% do mercado global do agronegócio. É um verdadeiro privilégio estar à frente dessa revolução que se inicia aqui”, complementou o executivo.
Os trabalhos serão dedicados aos dois países citados, sendo que parte dos fomentos públicos vem da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que integram o programa Mais Inovação do Governo Federal.
No Brasil, historicamente, a Bosch já atua no agronegócio como fornecedora de soluções hidráulicas, eletrônicas e de software, componentes para veículos off-road, peças de reposição para máquinas e caminhões pesados, além de equipamentos de diagnóstico e ferramentas elétricas para aplicações no campo.
Foto: Divulgação/Bosch
Antes da chegada do Avenger, Jeep perde vice-liderança para a Fiat em abril.
Emplacamentos de abril apresenta relativa estabilidade, aponta da Fenabrave
Entregas para o Caminho da Escola e operações internacionais impulsionaram o resultado
Fenabrave espera maior impulso nos negócios com a nova fase do Move Brasil
A China encurtou o ciclo dos produtos, desenvolve mais rápido, integra software com mais profundidade,…
Vendas no primeiro quadrimestre foram 4,3% menores