Em contrapartida, GM e Nissan venderam 13% e 15% menos até maio

Após os cinco primeiros meses de 2025, BYD e Honda são as marcas de maior crescimento no mercado interno dentre as 21 mais negociadas no Brasil. Enquanto a marca chinesa cresceu 45% no período, para 39,5 mil unidades, a japonesa vendeu 35% a mais e chegou a 41,5 mil licenciamentos, segundo a Fenabrave.
Esses índices equivalem a aproximadamente seis e oito vezes, respectivamente, a média de crescimento de 6,2% do mercado.
O avanço da BYD, seja pela base de comparação ou pela profusão de lançamentos no último ano, surpreende menos. Já o desempenho da Honda, pelo portifólio de produtos menor ou menos novidades apresentada desde 2023, chama mais a atenção.
Boa parcela do crescimento da marca japonesa se deve ao HR-V, lançado em 2022 e que concluiu os primeiros cinco meses deste ano como o segundo utilitário esportivo mais vendido do País, com 25,8 mil unidades negociadas, 47% a mais do que em igual período do ano passado.
| Marca | Mil Unidades | Variação (%) |
| Fiat | 199,6 | +9,5 |
| Volkswagen | 148,3 | +8,0 |
| General Motors | 97,9 | (-13) |
| Toyota | 74,1 | 0% |
| Hyundai | 70,1 | +3% |
| Renault | 50,3 | +10 |
| Jeep | 46,4 | +6 |
| Honda | 41,5 | +35 |
| BYD | 39,5 | +45 |
| Nissan | 29,8 | (-15) |
Tomadas apenas as dez empresas que mais venderam até maio, além de BYD e Honda, somente Fiat (9,5%), Volkswagen (8%) e Renault (10%) cresceram acima da média do mercado. A Jeep acompanhou o mercado e outras quatro ficaram bem abaixo, naturalmente perdendo participações.
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A Hyundai avançou só 3%, a Toyota permaneceu com as vendas estagnadas, enquanto General Motors e Nissan aparecem como as marcas que mais perderam clientes no acumulado de janeiro maio: 13% e 15% respectivamente.
Fora da lista das dez primeiras, a Citroën merece destaque. Vendeu 16,2 mil unidades, 33ª a mais do que em igual período de 2024, é aparece na 14ª posição. A fraca base de comparação, entretanto, ajuda a elevar o índice. É o mesmo quadro da Mercedes-Benz, que cresceu 35%, mas para apenas 3,9 mil emplacamentos.
Foto: Divulgação
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