Aprimorada e ampliada, a linha 2026 da marca preserva competitividade nas faixas de maior demanda dos segmentos

A Citroën segue receita de jogar mais luz ao que tem a oferecer ao consumidor brasileiro, principalmente com argumentos de custo-benefício. Ou, como resume em poucas palavras Felipe Daemon, vice-presidente da marca para a América Sul, “é basicamente entregar às pessoas a possiblidade de se aproximarem do que parece distante”.
A estratégia não reinventa a roda da indústria automotiva, mas é capaz de garantir mais participação no mercado ao adotar nos carros mais conteúdo, acabamento bem-cuidado e preço atrativo. Foi a fórmula adotada pela marca para o lançamento da linha 2026.
Nas gamas do C3 e do Aircross, a maior novidade é o resgate da versão XTR, surgida no início 2000. A variante traz o apelo aventureiro que se diferencia pela aplicação de adesivos no capô e na coluna C, grade dianteira escurecida, rodas de liga leve de 17 polegadas (Aircross) e 15 polegadas (C3) calçadas com pneus de uso misto.
Além de ampliar a oferta da linha com a nova opção, os modelos ganharam aprimoramentos no interior com adoção de revestimentos mais agradáveis ao toque, costuras aparentes, comandos de acionamento dos vidros traseiros na porta do motorista e moldura mais fina na tela de 10,25 polegadas da central multimídia.
LEIA MAIS
→Porto Real comemora Citroën 1 milhão enquanto espera novo produto
→Citroën persegue ambições de crescer fora da Europa
→Citroën Basalt pretende democratizar o segmento
A linha C3 traz o bem-acertado conjunto mecânico composto pelo motor Firefly 1.0 de 75 cv (etanol) e 105 Nm de torque associado a câmbio manual de cinco marchas. A exceção é a versão You! equipado com motor 1.0 turbo de 130 cv (etanol) e 200 Nm de torque acoplado a câmbio CVT que simula sete velocidades, o mesmo trem de força adotado nos Aircross.
A oferta do C3, agora, tem cinco versões:
Citroën C3 XTR
Na gama do Aircross são quatro as opções disponíveis:
A marca também introduziu refinamento na gama do Basalt. A exemplo dos outros integrantes da Citroën, a oferta do SUV coupé recebeu melhorias no acabamento, com atenção ao revestimento, e ganhou nova versão de topo de linha: a Dark Edition.
A nova opção entrega argumentos esportivos no visual. Predominam os tons escuros no interior, as costuras vermelhas são aparentes e incorpora aerofólio traseiro. Para a versão, a marca oferece cor exclusiva Sting Gray. No portfólio do Basalt há quatro escolhas. Parte da Feel com motor 1.0 Firefly e as restantes com o motor 1.0 turbo:
Citroën Basalt Dark Edition
Com o reposicionamento, a Citroën garante atuação nas faixas de maior representatividade nas respectivas categorias das ofertas com preços que despertam atenção na hora de fazer conta.
Pelo estudo de marketing da marca, o C3 estará na disputa entre R$ 80.000 e R$ 90.000, segmento que representa 33,4% da categoria. O Aircross atuará nas opções de SUV de R$ 120.000 a R$ 140.000, enquanto o Basalt no intervalo de R$ 110.000 a R$ 129.000, 20,2% e 24,9% do mercado, respectivamente.
“Seguimos a lógica de garantir acessibilidade dentro das faixas de preço nas quais o mercado se concentra, mais ainda com novidades e opções diferenciadas”, finaliza o Daemon.
Fotos: Pedro Bicudo/Divulgação Citroën
Critérios técnicos próprios organizam ranking em 14 categorias; desempenho do mercado em 2026 deve permanecer…
A alíquota de importação retoma os 35% vigentes para modelos a combustão em julho
Em pauta, o fim dos incentivos a veículos CKD/SKD e as modestas projeções do setor…
Em 2025, a fabricante registra o terceiro crescimento consecutivo
Aumento em 5 mil m² reflete inclusão de novos componentes na oferta
Anip está negociando com o governo medidas para por fim às importações com dumping