Indústria

Da Kombi 1960 à Ferrari F40 1990, a trajetória do Salão do Automóvel

Além das novidades que estão para chegar ao mercado, um espaço que conta a história do evento

Com 24 marcas já confirmadas, incluindo nove chinesas, a 31ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo não se limitará a expor as novidades que estão chegando ao mercado brasileiro. A mostra terá um espaço dedicado a contar sua história desde 1960, com ícones produzidos aqui ou importados ao longo de quase sete décadas.

Dentre os modelos que estarão no espaço chamado de “viagem no tempo”, um dos destaques é a Kombi 1960, apresentada na primeira edição realizada no Parque do Ibirapuera, naquele mesmo ano, nas versões de 6 Portas, para lotação, e a de Turismo, uma espécie de motorhome da época.

Dentre outros modelos do acervo do CARDE Museu, estarão reunidos lado a lado o STV UIRAPURU 1967, um fora de série que teve apenas 70 unidades produzidas, o Dodge Charger R/T 1971, exposto na primeira edição realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em 1970, e o VW Gol GTI 1989, na cor Azul Mônaco.

Também em destaque a Ferrari F40 1990, o superesportivo italiano que em área anexa ao estande da Fiat causou verdadeira comoção, marcando a era da reabertura dos portos brasileiros para os modelos importados.

A edição deste ano acontece de 22 a 30 de novembro, no agora chamado Distrito Anhembi, ste ano após o último evento, realizado em 2018 no São Paulo Expo.

Confirmaram participação no Salão do Automóvel 2025 a BYD, Caoa Changan, Caoa Chery, Citroën, Denza, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Jeep, Kia, Leapmotor, Lecar, Lexus, MG Motors, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Peugeot, RAM, Renault, Suzuki Motos, Toyota e Vespa. Marcas como Volkswagen, GM, Ford, Audi, BMW, Mercedes-Benz e Porsche decidiram não participar.

“Assim como o Salão do Automóvel, que desde 1960 mostra a evolução dos veículos, nossa proposta no CARDE também é a de contar, por meio dos carros e das obras de arte a história do Brasil. O automóvel desperta memórias afetivas e é um excelente e eficiente fio condutor para a transmissão de uma história”, comenta Luiz Goshima, diretor do CARDE e conselheiro da Fundação Lia Maria Aguiar (FLMA).


Fotos: Acervo MIAU-Museu da Imprensa Automotiva

 

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Redação AutoIndústria

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