Brasil é apenas o oitavo maior mercado do país asiático

AChina se prepara para comemorar novo recorde de exportações em 2025. Segundo a CAAM, Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, serão destinados a outros mercados ao longo dos doze meses 6,8 milhões de unidades — só até outubro, foram 5,6 milhões — crescimento da ordem de 14% sobre o ano passado e mais do que o dobro do que há apenas três anos.
Em 2022, os embarques atingiram 3,1 milhões de unidades. A participação das exportações na produção, assim, passou de 11,5% para 18,6% nesse curto período.
No front interno, mais uma motivo para comemoração: o mercado interno chinês deve encerrar o ano com mais de 34 milhões de veículos leves, pouco menos da metade, uns 16 milhões de unidades, de modelos eletrificados.
O ritmo de aceleração das importações é crescente e, com 218 mil unidades de janeiro a setembro, o Brasil tem aparecido como um dos principais destinos dos veículos chineses. Mesmo assim, o País foi apenas o oitavo maior comprador de automóveis e comerciais leves nesse período.
O México lidera o ranking de mercados dos veículos chineses com praticamente o dobro do que foi negociado no Brasil: 410 mil unidades. Atrás dele estão os Emirados Árabes Unidos (368 mil) e Rússia (358 mil). Pouco à frente do Brasil e praticamente empatados aparecem a Bélgica (234 mil), Reino Unido (225 mil), Arábia Saudita (224 mil) e Austrália (223 mil).
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Foto: Divulgação
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