As classes C e D, no entanto, ainda predominam, respondendo por 73% dos negócios

Por Redação | autoindustria@autoindustria.com.br
Embora ainda sejam ampla minoria, as classes A e B ampliaram a participação no sistema brasileiro de consórcio. No primeiro caso, a alta foi de 4% em 2017 para 7% de penetração este ano, enquanto a classe B teve fatia ampliada de 12% para 20% no mesmo comparativo.
Os dados foram divulgados na segunda-feira, 27, pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio. Segundo o levantamento, a classe C predomina, com 39% de participação, e a Classe D – cuja renda familiar varia de 2 a 10 salários mínimos, segundo critério do IBGE – vem logo na sequência, com 34%.
A pesquisa da Abac, realizada por intermédio da Quorum Brasil, envolveu 1 mil consorciados ativos e 1 mil potenciais consorciados em oito cidades do País e teve por objetivo atualizar o perfil desse consumidor e identificar as razões que os levaram a investir e optar por adquirir bens ou contratar serviços pelo mecanismo.
As oito cidades pesquisadas foram São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Salvador, Goiânia e Belém.
Do total geral, 54% têm mais de 40 anos, sendo que sua maioria (65%) é casada. A menor participação é daqueles que têm até 29 anos (11%). O destaque, segundo a Abac, foi a faixa dos 30 a 39 anos que, com 35% de presença nos consórcios, demonstrou evolução, visto que há um ano era de 27%.
O consorciado do segmento de automóveis foi o que teve maior peso na pesquisa, com 32% de participação. Na sequência vieram motos (21%), imóveis (15%), serviços (10%), eletroeletrônicos (10%), caminhões (8%) e máquinas agrícolas (4%).
Leia mais
→Consórcio: 74,5% das retiradas são de veículos seminovos.
→Procura por consórcio de pesados cresce 21,1%
De acordo com a Abac, as vendas de novas cotas do sistema de consórcios têm contabilizado avanços entre aqueles que, considerando a essência da educação financeira, planejam o futuro por meio da modalidade.
“Eles pensam em assumir compromisso para adquirir bens ou contratar serviços dentro de suas capacidades financeiras”, destaca o presidente da entidade, Paulo Roberto Rossi.
Antes de aderirem à modalidade, os consorciados buscam informações de várias formas, com predomínio (38%) de contatos com familiares e amigos.
As redes sociais, incluindo as próprias e aquelas vinculadas às empresas, somaram 15%. Os restantes 22% dividiram-se em sites, Banco Central, lojas, instituições financeiras, blogs e profissionais de venda.
A grande maioria (85%) optou por fechar o negócio pessoalmente. Do restante, 7% recorreram ao telefone, 5% fizeram a compra on-line e 3% por e-mail.
Foto: Pixabuy
Picape híbrida teve somente 1,8 mil unidades licenciadas em quase dois anos
O presidente da entidade prevề cerca de 10 mil visitantes entre os dias 17 e…
Primeiro SUV da plataforma Neue Klasse chega por aqui com autonomia de 570 km ao…
Algumas empresas conseguirão ampliar seus volumes, enquanto outras perderão espaço mesmo em um mercado maior…
Foram financiadas 3,78 milhões de unidades novas e usadas no primeiro semestre, 10,9% a mais…
Executivo responderá mundialmente pelo cumprimento de metas do grupo