Mercado

VW Delivery Express avança na preferência do transportador

No primeiro ano cheio de vendas, modelo apura alta superior a 160% nos licenciamentos

Revelado em 2017, ocasião na qual a Volkswagen Caminhões e Ônibus apresentou a nova família de caminhões Delivery, o Express surgiu para atuar na faixa de 3 a 3,5 toneladas, nicho onde a montadora não tinha um representante. Pela estratégia de lançamento da marca, no entanto, o modelo só foi chegar à rede em maio 2018, somando a partir de então 1,3 mil emplacamentos apenas no seu ano estreia no mercado.

No ano passado, o primeiro integral de vendas, o Delivery Express mostrou forças para incomodar os rivais, uma seara complexa de furgões e cabines-chassis que, pelas contas da VWCO, somou em torno de 14,3 mil unidades em 2019. Neste mercado, o comercial leve da fabricante somou quase 3,5 mil unidades vendidas, volume 167% superior ao anotado no exercício anterior. O avanço proporcionou à marca elevar sua participação de 11%, registrada um ano antes, para 24,4% nas vendas do segmento.

“O DLX (como a fabricante agora chama o Express) demonstrou que veio para conquistar a liderança, com aceitação imediata dos nossos clientes”, avalia me nota Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO. “Sabemos que podemos ir ainda além, uma vez que nosso produto possui atributos que o tornam a melhor opção para os mais diversos tipos de negócio.”

Basta habilitação de categoria B

A vocação para a distribuição urbana do Express associada a robustez de caminhão é a principal aposta da fabricante para conquistar mercado. O modelo traz conceito de dirigibilidade de automóvel, notado na aparência interna e no arranjo da suspensão, do tipo independente na dianteira. Também permite circulação em zonas de restrição para caminhões nas cidades e, por ter rodado simples traseiro, paga pedágio como carro, além de exigir somente carteira de habilitação de categoria B do motorista.

O trem de força traz é composto por motor Cummins ISF 2.8 com 150 cv a 3.500 rpm e torque de 360 Nm (36,7 kgfm) de 1.400 a 2.800 rpm associado a uma caixa de transmissão manual da Eaton de seis marchas. O motor ainda conta com tecnologia de recirculação de gases, o que dispensa o uso do Arla 32 nos abastecimentos.

Para o comercial leve, a montadora também oferece implemento de fábrica, resultado de uma parceria com a Randon. O transportador pode escolher entre carga seca ou baú.

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Foto: VWCO/Divulgação

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Publicado por
Redação AutoIndústria

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