Lançamentos

ADV, um scooter Honda nada convencional

Modelo "aventureiro" chega às revendas em dezembro por R$ 17,5 mil

Já responsáveis por cerca de 8% das vendas internas de motocicletas, os scooters seguem em ascensão na preferência dos consumidores, sobretudo para deslocamentos em grandes centros urbanos. Apesar disso, as fabricantes têm identificado demandas para outros tipos de utilização desses veículos que, apesar de tradicionais em países europeus, há uma década mal eram conhecidos aqui.

A  líder de mercado Honda que o diga. Não por outro motivo acaba de lançar o ADV, uma, digamos, versão aventureira do PCX 150, o scooter mais vendido da marca e do País. Exibido pela primeira vez no Salão Duas Rodas, realizado em São Paulo, no ano passado,  o ADV começará a ser vendido mesmo em dezembro e com produção baseada em Manaus, AM.

Herda do PCX  também o conjunto mecânico com motor de 150 cm³, de 13,2 cavalos, e a transmissão CVT, e é oferecido apenas nas cores branco e vermelho com 3 anos de garantia.

O preço sugerido da única versão é de R$ 17,5 mil, 18% mais caro do que o PCX. Essa sensível diferença na faixa de preços a Honda espera compensar com a proposta totalmente inédita do ADV para o segmento. Basta olhar para o novo scooter para perceber que não se trata de um  modelo convencional. Lembra mesmo uma moto para o off-road, seja pelo desenho, supensão e até pneus.

Mas poder andar em vias de chão batido não significa despojamento. Ao contrário, o ADV mantém sofisticações de modelos urbanos como sistema start-stop, chave presencial, freios ABS,  lanternas em LED e faróis em full LED, além de iluminação DRL. Dispõe até de regulagem no pequeno parabrisa que lembra muito os das chamadas big trail, motos dedicadas a longa distâncias, mesmo em estradas sem pavimentação.

O painel de instrumentos reforça a intenção da Honda de oferecer conteúdo para justificar o preço mais elevado. Digital, nele o motociclista encontra, além da velocidade, informações como consumo médio, consumo instantâneo, temperatura externa e até carga da bateria.

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Foto: Divulgação

 

 

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Publicado por
George Guimarães

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