Lançamentos

Forza 350 chega ao Brasil

Scooter médio custa R$ 47 mil e preenche lacuna da Honda

O crescimento das vendas de scooters no Brasil não tem deixado as fabricantes respirarem. Ter novidades frequentes no portfólio virou quase uma lei para assegurar pelo menos a manutenção das vendas e partipações.

A Honda, histórica líder do mercado de duas rodas no Brasil, sabe bem disso e não pretende deixar brechas para o avanço da concorrência. Uma delas começa a ser fechada a partir desta segunda-feira, 8, com o lançamento do Forza 350, após quase dois anos do prometido.

O novo modelo é agora o segundo maior e mais caro scooter da marca, que tem ainda o X-ADV por R$ 87 mil e outros bem mais baratos e, claro, de portes menores e aptos sobretudo ao trânsito urbano, como o líder de vendas PCX.

Importado da Tailândia, o Forza 350 começa a ser vendido por  R$ 47 mil, um preço até bastante salgado para a faixa de um produto com motor mocilíndrico de 330 cc de cilindrada, capaz de desenvolver 29,2 cavalos de potência, e  transmissã automática CVT.

O Forza pesa 185 kg e tem tanque de combustível de 11,7 litros. Além do design arrojado, chama atenção seu pacote de tecnologias que inclui, dentre outras, controle de tração que pode ser acionado ou não, freio ABS nas duas rodas e chave inteligente, que, mesmo no bolso do condutor, permite a abertura do banco e acionamento de ignição, funções desativadas quando à distância.

Uma sofisticação é o para-brisas com regulagem elétrica, acionado por meio de tecla. Outra: iluminação em full LED. Sob o assento, um compartimento para dois capacetes. Os piscas têm função de sinalização de fenagem de eemergência.

A Honda entende que o Forza 350 é um scooter adequado também para viagens devido ao porte e potência. Tem como concorrente mais próxima o X-Max 250, da Yamaha, mas que custa a partir de R$ 30 mil.

Segundo a Fenabrave, o mercado brasileiro de motocicletas alcançou 744 mil unidades licenciadas de janeiro a julho, crescimento de 18% sobre igual período do ano passado.

A Honda respondeu por 567,7 mil motos, cerca de 76% do total e crescimento acima da média do mercado de 19%. Na segunda colocação, a Yamaha vendeu 121 mil unidades, equivalentes a 16% de participação.

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Fotos: Divulgação

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George Guimarães

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