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Valvoline amplia vendas em 45,6% no semetre

A demanda por lubrificantes sintéticos nacionais foi a que mais cresceu, com alta de 217%

A Valvoline acelerou vendas no mercado brasileiro, registrando crescimento de 45,6%  no primeiro semestre, ante índice de 32% no acumulado dos primeiros três meses do ano.

O desafio agora, segundo a direção da empresa, é manter o crescimento acumulado até junho diante de um cenário mais competitivo, “marcado pela sensibilidade do mercado aos preços e pelas oscilações nos custos das matérias-primas”.

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Em comunicado divulgado na terça-feira, 28, a Valvoline informa que a evolução observada entre abril e junho reflete o avanço da estratégia estruturada pela marca para ampliar sua presença no País, apoiada no fortalecimento da distribuição, na evolução do portfólio e em investimentos voltados à construção de reconhecimento e confiança junto ao mercado.

“O crescimento foi impulsionado por diferentes famílias de produtos, refletindo tanto a expansão das aplicações tradicionais quanto a crescente demanda por lubrificantes desenvolvidos para motores e sistemas de maior complexidade tecnológica”, destaca a companhia.

A maior expansão foi registrada pelos lubrificantes sintéticos nacionais, que cresceram 217%, acompanhando a maior demanda por produtos de alto desempenho e baixa viscosidade exigidos por motores mais modernos.

Os semissintéticos avançaram 89%, enquanto os fluidos para transmissões automáticas, reunidos na família ATF, cresceram 63%, movimento relacionado à ampliação da frota equipada com transmissões automáticas e sistemas de transmissão cada vez mais sofisticados.

A linha de coolants, por sua vez, registrou evolução de 12%, acompanhando a expansão dos veículos híbridos e elétricos, que ampliam a importância do gerenciamento térmico.

Nessas aplicações, explica a Valvoline, os fluidos de arrefecimento passam a atuar em diferentes circuitos, contribuindo para o controle de temperatura de baterias, motores elétricos, inversores e demais componentes eletrônicos, além do motor a combustão nos modelos híbridos.


 

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Publicado por
Redação AutoIndústria

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