A alta, no comparativo anual, é de 21,7%, de R$ 92,3 mil para R$ 112,3 ml. No caso dos leves é de 6,7% e no das motos, de apenas 2,8%.

No cômputo dos leves, pesados e motos, o consórcio de veículos fechou o primeiro semestre com balanço positivo, conforme dados divulgados nesta quarta-feira, 29, pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio.
Houve crescimento de 5,7% na venda de novas cotas, com 1,85 milhão de adesões este ano, e também no volume de créditos comercializados, de 9,6%, para quase R$ 113 bilhões.
LEIA MAIS
→Disal Consórcio cresce o dobro da média do mercado
→Consórcio de veículos movimenta R$ 92,8 bilhões no ano
Por segmento, contudo, os números são mais favoráveis para os veículos leves e as motos. No primeiro caso, o número de participantes ativos cresceu 8,9%, de 5 milhões em junho de 2025 para 5,5 milhões este ano, e os créditos comercializados avançaram 9,6%, para R$ 112,8 bilhões.
Nas motos, as altas foram de 8,6% na venda de novas cotas e de 12,6% em créditos comercializados, que chegaram a R$ 16,2 bilhões no acumulado do semestre
Já no segmento de pesados, que reúne caminhões, ônibus, implementos, máquinas agrícolas, aeronaves e embarcações, houve retração na aquisição de novas cotas, de 99,6 mil para 92,7 mil, e estabilidade no volume de créditos comercializados, na faixa de R$ 22,8 bilhões.
Ao divulgar os números,a Abac, destacou, em separado, os números relativos aos caminhões, que respondem por 41% do total dos pesados e vêm mostrando recuperação mês a mês, apesar da elevada alta no tíquete médio desses produtos.
Enquanto o valor médio das cotas dos automóveis e comerciais leves subiu 6,1%, de R$ 70,5 mil para R$ 74,8 mil, e o das motos apenas 2,8%, de R$ 20,7 mil para R$ 21,3, o dos caminhões teve alta de 21,7%, de R$ 92,3 mil para R$ 112,3 mil.
Especialistas em segurança viária são mais precavidos do que motoristas consultados em estudo global
A demanda por lubrificantes sintéticos nacionais foi a que mais cresceu, com alta de 217%
Linha tem quatro modelos a diesel que serão negociados em rede de 30 revendas
Cortes devem ocorrer até 2027 e representam mais de 5% da força de trabalho
Compras somaram US$ 5,2 bilhões em veículos da China entre janeiro e maio, alta de…
Negócio envolve 50 unidades do modelo Paradiso G8 1800 DD e 20 do Paradiso G8…