Conglomerado faturou € 46,4 bilhões em 2022, 11% acima do ano anterior

Vista da Fachada do Complexo Ayrton Senna da Renault do Brasil. São José dos Pinhais/PR, Brasil - 24/02/2011. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Fotoarena
″O ano de 2022 mais do que cumpriu suas promessas: com resultados acima dos objetivos iniciais e das expectativas do mercado, concluímos a fase ‘Resurrection’ com três anos de antecedência […], mesmo tendo que enfrentar fortes ventos contrários devido à cessão das operações na Rússia, a crise dos semicondutores e a inflação dos custos.”
Assim, Luca de Meo, CEO do Grupo Renault, avaliou os resultados financeiros de 2022 e que tiveram como destaques margem operacional de € 2,6 bilhões, 5,6% sobre o faturamento de € 46,4 bilhões, que avançou 11,4% sobre o apurado globamente em 2021. Somente a margem operacional da Divisão Automotiva de € 1,4 bilhão representou 3,3% do faturamento.
Para 2023, De Meo tem como meta margem operacional do grupo de 6% ou até superior. A empresa anunciou dividendos pela primeira desde os € 3 de 2019, refletindo as melhorias nas margens e ganhos. Propôs € 0,25 euros por ação.
LEIA MAIS
→ Aliança Renault-Nissan produzirá picape compacta na América do Sul
→ Apesar da Rússia, Grupo Renault comemora lucratividade no primeiro semestre
Nove Detrans já eliminaram a obrigatoriedade de teste da manobra
Levantamento da Creditas Seguros mostra o BYD Song Pro em oitavo lugar nessa seleta lista
Regulamentação complementar dispõe sobre procedimentos a serem observados para as metas de eficiência energética
Executiva responderá interinamente pela operação brasileira até a nomeação de seu substituto
Versão Blackhawk Flex custa R$ 274.290 e entrega 272 cv de potência
Transporte público coletivo