Montadora negociou, no total, 5,16 milhões no primeiro semestre, 4,7% menos

A Toyota negociou 5,16 milhões de veículos no primeiro semestre, 4,7% abaixo do volume registrado mundialmente no mesmo período do ano passado. Ainda assim, considerando as vendas de todas as marcas da empresa, como Daihatsu e Hino, manteve-se à frente da Grupo Volkswagen e segue como o maior produtor global pelo quinto ano consecutivo.
A queda no balanço dos primeiros seis meses deste ano pode ser creditada, em boa medida, a paralisações justamente na produção da Daihatsu, conhecida pelos seus carros compactos, que não conseguiu driblar os efeitos do escândalo de manipulação de testes de segurança revelados no encerramento no ano passado. As vendas globais da marca despencaram 49%, para 210,9 mil unidades
Dupla responsável pela maior parte dos negócios, Toyota e Lexus caíram menos do que a média do grupo. Somadas, alcançaram 4,89 milhões de veículos, recuo de somente 0,9%, com desempenho acelerado na América do Norte e na Europa que quase compensou o ritmo mais lento dos negócios na Ásia.
LEIA MAIS
→ Toyota tem planos de montar baterias no Brasil
→Toyota, Subaru e Mazda desenvolverão motores a combustão mais limpos e compactos
Do total, veículos eletrificados responderam por quase 2,1 milhões de unidades, quase 40%. Com crescimento de 22%, os híbridos convencionais somaram 1,95 milhão de veículos, aumento de 20%.
Já os híbridos plug-in avançaram 35%, mas sobre uma base muito pequena, e chegaram a 73 mil unidades, mesmo volume registrado pelos elétricos a bateria.
Elétricos a célula de combustível seguem quase ainda como uma curiosidade. Em seis meses, foram negociadas somente 1,1 mil unidades, recuo de 52% na comparação com 2023.
Foto: Divulgação
Foram incluídos ônibus e implementos, com oferta de carência maior, de 12 meses, para autônomos
Modelo de entrada responde por 60% dos licenciamentos da marca
Exportações para a Argentina e Estados Unidos despencaram no mês e no trimestre
Receita líquida também cresceu: passou a € 38,1 bilhões, 6% a mais do que em…
Primeiras entregas estão previstas para os mercados europeus no segundo semestre
Naasson Almeida assume o novo cargo a partir de 1º de maio