Mercado

No consórcio, tíquete médio de veículos pesados cresce 31,5%

Foi o índice mais alto do sistema. No caso dos leves, expansão de 11,2% e nas motos, de 6,8%.

Após registrar desempenho recorde no ano passado, o sistema de consórcio segue acelerando neste início de 2025. No caso dos veículos, todos os indicadores de janeiro são positivos conforme balanço divulgado pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, nesta terça-feira, 25.

Entre todos os números, chama a atenção a alta no tíquete médio de compra de todos os segmentos automotivos e, em especial, no de veículos pesados, que inclui caminhões, ônibus e implementos rodoviários. Nesse caso a alta foi de expressivos 31,5%, com um salto de R$ 151,15 mil para R$ 198,69 mil no comparativo de janeiro deste ano com o mesmo mês de 2024.

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Também nos segmentos de leves e de motos o valor do tíquete médio subiu acima da inflação. O índice foi de 11,2% para carros e comerciais leves, de R$ 60,99 para R$ 67,82 mil, e de 6,8% nas motos, de R$ 18,65 mil para R$ 19,92 mil,

Com relação às vendas de novas cotas dos três grupos automotivos, houve alta de 6,5% no comparativo interanual, superando 305 mil adesões em janeiro de 2025. O volume de créditos chegou a R$ 16,9 bilhões, alta de 11,7% sobre o total de R$ 15,1 bilhões do mesmo mês de 2024.

“As contemplações evoluíram 16,5%, com os correspondentes créditos disponibilizados crescendo 43%, para R$ 8,1 bilhões potencialmente injetados no mercado consumidor dos diversos segmentos, sem geração de inflação”, destaca o relatório da Abac.

Dos 8,81 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 55,7% participavam dos grupos de veículos leves, 34,5% nos de motocicletas e 9,8% nos de caminhões, ônibus e implementos.

A associação das administradoras informa ainda que o consórcio de carros e comerciais leves, o maior em número de consorciados ativos no sistema, anotou alta de 17,7% nas vendas de cotas em janeiro, propiciando R$ 11,56 bilhões em negócios.

No mês, as cotas contempladas, liberadas aos consorciados, aumentaram 18,4%, com potencial injeção de R$ 4,56 bilhões no mercado automotivo.


 

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Publicado por
Redação AutoIndústria

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