BNDES libera crédito de R$ 140 milhões que também contempla a construção de três postos de abastecimento em São Paulo

O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, liberou financiamento de R$ 140 milhões para a TransJordano, operadora logística com atuação nacional, investir na implantação de um corredor verde no estado de São Paulo.
Além da aquisição de 100 caminhões movidos a biometano, o projeto também prevê a construção de três postos de abastecimento, em Sumaré, Cubatão e Ribeirão Preto, e a adoção de tecnologias que ampliam a autonomia operacional dos veículos.
LEIA MAIS
→VWCO amplia testes com caminhão a biometano
→Goiânia incorpora ônibus articulados a biometano no sistema de transporte
A empresa informa que, do total aprovado, R$ 98 milhões são provenientes do Fundo Clima e R$ 42 milhões do programa BNDES Máquinas e Serviços. A rede de abastecimento atenderá não só a TransJordano mas também outras transportadoras.
“Estamos diante de um movimento que exige visão de longo prazo, além, claro, da adaptação operacional. A transição energética no transporte não acontece de forma isolada, dependendo de investimento, estrutura e, principalmente, de mudança na forma como as empresas enxergam seu papel dentro da cadeia logística”, destaca Joyce Bessa, diretora de gestão estratégica e pessoas da TransJordano,.
A executiva lembra que o biometano, combustível renovável produzido a partir de resíduos orgânicos, tem ganhado protagonismo como alternativa ao diesel, especialmente em operações de curta e média distâncias.
Foto: Divulgação/TransJordana
Veja o VÍDEO com as primeiras imagens do SUV compacto que chega ao mercado no…
Além de divulgar comunicado no meio do feriado de Tiradentes, a montadora também postou vídeos…
Fabricante de autopeças de Santa Catarina vai ampliar área construída de 32 mil para 37…
Sindicato informa que montadora acena com alteração do valor preestabelecido em acordo firmado em 2025
Número de montadoras sobre de 7 para 12. Também presentes DAF, Ford, Iveco, Mercedes-Benz, Scania,…
É o índice mais alto desde 2017 pela série histórica divulgada pela Anef