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Veículos da Kia lideram em qualidade nos Estados Unidos

Estudo da J.D.Power ouviu 77,5 mil consumidores

Estudo da J.D.Power ouviu 77,5 mil consumidores

Por Redação

Os veículos da Kia estão com o conceito de qualidade – e o moral – elevado nos Estados Unidos! A consultoria J.D.Power acaba de conceder à marca sul-coreana a mais alta distinção de seu estudo IQS, Initial Quality Study, naquele país pelo segundo ano consecutivo.

A montadora registrou apenas 72 problemas para cada 100 veículos. É o melhor índice da marca nos últimos vinte anos do levantamento e, avalia a própria empresa, foi impulsionado por cinco prêmios individuais por segmento: para o Soul (MPV compacto), Cerato (sedã pequeno) , Cadenza (sedã grande), Niro (SUV pequeno) e Sorento (SUV médio).

A pontuação colocou a Kia à frente dos veículos da Genesis, que registraram 77 defeitos para cada 100 veículos, da Porsche, 78  por 100,  Ford e Ram , ambas com 86 por 100. A média de todas as marcas chegou a 97 defeitos.

O trabalho anual da consultoria ouviu quase 77,5 mil proprietários de 243 modelos divididos em 26 segmentos. Os entrevistados avaliaram seus veículos no que diz respeito a critérios como experiência de condução, motor, desempenho de transmissão e problemas de qualidade relatados pelos próprios proprietários durante os primeiros noventa  dias de uso. No estudo deste ano, a qualidade melhorou em sete das oito categorias avaliadas , com 27 das 33 marcas melhorando sua qualidade na comparação com os índices de 2016.

O Soul ganhou o IQS de sua categoria pelo terceiro ano consecutivo. Já Cadenza e Niro, os dois mais novos modelos da marca, foram reconhecidos logo no primeiro ano de vendas no mercado americano. O Cadenza ainda obteve a melhor nota entre todos os modelos analisados no estudo.

No Brasil – Não por outro motivo o empresário José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, acompanha ansiosamente, com o calendário nas mãos, o passar dos dias para também poder contar com produtos que reforcem a imagem e o caráter qualitativo do atual portfólio.

É que no primeiro dia de 2018 os veículos importados de empresas sem produção local, como os Kia, deixarão de recolher os 30 pontos de IPI adicionais criados com o Inovar-Auto. Com isso, ficará mais fácil, ou menos complicado – até porque os veículos continuarão a recolher 35% de imposto de importação e o dólar deve seguir no atual patamar –, ter novos e mais produtos aqui com preços mais competitivos.

Gandini já confirmou que ao menos quatro novos veículos ganharão as ruas brasileiras em 2018: o novo Picanto, o Rio, um SUV de pequeno porte – muito provavelmente o recém-revelado Stonic, derivado da plataforma do Rio – e o Optima GDI. Com eles, algumas outras surpresas e mais atual gama livre da limitação da cota de 4,8 mil unidades anuais, o executivo espera ao menos dobrar as vendas da marca aqui. Das projetadas 10 mil unidades de 2017, para algo como 20 mil veículos.


Foto: Divulgação/ Kia

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