O segmento de utilitários esportivos teve alta de 37%, a maior do mercado.

Por Alzira Rodrigues
O grande destaque, sem dúvida, foi o segmento de SUV, vice-líder em emplacamentos por tipo de veículo de acordo com levantamento da Fenabrave com base em dados do Renavam. Suas vendas no ano cresceram expressivos 37%, atingindo volume total de 414,5 mil unidades ante as 302,5 mil de 2016.
O líder entre os SUVs foi o Jeep Compass, com vendas na faixa de 49,2 mil unidades. O Honda HR-V teve volume bem próximo, de 47,8 mil unidades, ocupando a vice-liderança. Na sequência vieram o Hyundai Creta (41,6 mil unidades), Jeep Renegade (38,3 mil) e o Nissan Kicks.
Leia mais Chevrolet Onix passeou no mercado brasileiro em 2017
Já os SUVs tiveram participação ampliada de 18% em 2016 para 22,3% em 2017, o maior ganho em pontos porcentuais do ano. Os veículos de entrada, que incluem Ford Ka, VW Gol e Fiat Mobi, ocuparam a terceira posição no ranking por segmento, com 375,7 mil unidades comercializadas.
As vendas dos veículos de entrada cresceram 7,7% em relação às 348,6 unidades de 2016, registrando pequena queda de participação – de 20,6% para 20,5%. Curioso é que o Renault Kwid, apresentado pela sua fabricante como SUV compacto, encaixa-se no levantamento da Fenabrave como sendo do segmento de veículos de entrada, que leva em conta a faixa de preço dos produtos. Dentre os segmentos que perderam participação está o de sedãs pequenos, cuja fatia foi reduzida de 16,8%para 14,8% no mesmo comparativo.
Pela ordem, os dez automóveis mais vendidos no País no ano passado foram Onix, HB-20, Ka, VW Gol, Chevrolet Prisma, Renault Sandero, Toyota Corolla, Fiat Mobi, Jeep Compass e Honda HR-V.
Foto: Divulgação/FCA/Chevrolet
Com montagem local, marca amplia portfólio de produtos e segmentos
Programa contempla fábrica de Resende e escritório em São Paulo. Inscrições até 29 de maio.
No trimestre, a alta é de 9,1%. No mês, contudo, expansão de 35% no comparativo…
Venda de novas cotas registra alta perto de 3% com volume de crédito negociado em…
Iniciativa aportou R$ 100 milhões na unidade de Curitiba, que abastecerá mercado da América Latina