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Hyundai começa a exportar o Creta para a Argentina

Versão brasileira substitui a indiana vendida desde 2016 no país vizinho

Finalmente, o principal destino dos veículos brasileiros no exterior receberá o utilita´rio esportivo nacional da Hyundai. A  fábrica de Piracicaba, SP, começou a enviar para a Argentina o Creta, cujas vendas começarão em meados do mês que vem.

O SUV já era vendido no país vizinho desde 2016, mas importado da Índia. O Creta brasileiro, porém, terá mais conteúdo de série e, segundo a montadora, melhor custo-benefício.

Inicialmente, o número de veículos embarcados será modesto. A expectativa é enviar para Argentina somente 450 unidades até o fim deste ano.

“Embora os volumes sejam baixos neste primeiro momento, vemos grande potencial de expansão, pois trata-se de uma alternativa bastante competitiva para os dois países e abre oportunidade para estudarmos economicamente potencias fornecedores argentinos para que exportem seus produtos para nossa operação brasileira”, afirma Eduardo Jin, presidente e CEO da Hyundai para a região das Américas Central e do Sul.

Na Argentina, serão negociadas três versões exclusivas com motor a gasolina 1.6l de 123 cv e  câmbio automático de seis velocidades. De série, contam com central multimídia com tela de 7 polegadas e conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, rodas de liga leve de 16 polegadas e controle de estabilidade e tração.

A Hyundai Motor Argentina, importadora de outros oito modelos de automóveis e veículos comerciais da marca, será a responsável pelas vendas do SUV brasileiro a 35 concessionárias no país.

No primeiro bimestre deste ano, a operação brasileira começou a exportar a segunda geração do HB20. Na oportunidade, porém, a empresa assegurou que as exportações seguirão respondendo por somente 5% da produção de Pirabicaba, como há quase quatro anos.

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A ideia é priorizar o mercado interno, sobretudo pela limitada capacidade produtiva da planta paulista inaugurada há sete anos.

Desde o ano passado, Piracicaba tem recebido investimento da ordem de R$ 125 milhões para aumento de capacidade que pode chegar a 210 mil veículos anuais, contra os 180 mil iniciais. Já produziu 198 mil unidades em 2016, seu recorde até hoje, mas lançando mão de dias adicionais e horas extras de trabalho.


Foto: Divulgação

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Publicado por
Redação AutoIndústria

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