Empresa

Randon amplia lucro líquido em 48%

Ações adotadas por causa da pandemia contribuíram para a obtenção de resultados recordes no trimestre

Arecuperação de mercados nos quais o grupo atua, a continuidade das ações para o controle de custos e despesas, os investimentos em inovação e tecnologia e o câmbio favorável propiciaram para as Empresas Randon resultados recordes no terceiro trimestre deste ano.

A receita líquida consolidada atingiu R$ 1,5 bilhão, valor 10,5% superior ao de idêntico período do ano passado, e a bruta chegou a R$ 2,1 bilhões, alta de 7%. O EBITDA consolidado somou R$ 270 milhões, aumento de 40,5% no mesmo comparativo. O lucro líquido entre julho e setembro, de R$ 116 milhões, foi 48% maior do que o registrado no terceiro trimestre de 2019.

“O período sensível pelo qual passamos neste ano reforçou a nossa crença de que precisamos seguir investindo e inovando mesmo em cenários desafiadores. Essa estratégia, suportada pela atuação diversificada da empresa, trouxe um enorme ganho para a organização: maior resiliência para as nossas operações”, destaca o CEO das Empresas Randon, Daniel Randon.

LEIA MAIS

Randon cria nova empresa para focar em inovação

Indústria de implementos deve repetir desempenho de 2019

Dentre os fatores positivos, a companhia destaca o bom momento do agronegócio e a recuperação mais recente de setores como o de combustíveis e o industrial. “Adicionalmente, a menor restrição à circulação de pessoas nos últimos meses refletiu na intensificação do uso do automóvel, ampliando as oportunidades no mercado de reposição para veículos leves”, avalia a empresa.

Também está crescendo a demanda por implementos rodoviários, segmento no qual a Randon tem forte atuação. Na avaliação do CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato, os resultados do trimestre reforçam a assertividade nas estratégias seguidas pela companhia.

“Mas é necessário cautela e atenção aos próximos meses”, diz o executivo. “É preciso manter a vigilância, pois ainda estamos em um contexto de incertezas e possíveis efeitos colaterais da pandemia, incluindo a escassez ou a pressão de preços de matéria-prima, como o aço, os efeitos da volatilidade do câmbio e a possibilidade do aumento de casos de Covid-19”.


Foto: Divulgação/Randon

Compartilhar
Publicado por
Redação AutoIndústria

Notícias recentes

Shark é o tiro n’água da BYD no Brasil

Picape híbrida teve somente 1,8 mil unidades licenciadas em quase dois anos

% dias atrás

Fenabrave espera público recorde na 34ª edição do seu encontro anual

O presidente da entidade prevề cerca de 10 mil visitantes entre os dias 17 e…

% dias atrás

BMW inicia pré-venda do novo iX3 no Brasil

Primeiro SUV da plataforma Neue Klasse chega por aqui com autonomia de 570 km ao…

% dias atrás

O mercado vai crescer. Mas isso não significa que haverá espaço para todos.

Algumas empresas conseguirão ampliar seus volumes, enquanto outras perderão espaço mesmo em um mercado maior…

% dias atrás

Financiamento de veículos tem melhor primeiro semestre em 18 anos, aponta B3

Foram financiadas 3,78 milhões de unidades novas e usadas no primeiro semestre, 10,9% a mais…

% dias atrás

Pablo Di Si vai para a Stellantis como responsável mundial de desempenho

Executivo responderá mundialmente pelo cumprimento de metas do grupo

% dias atrás