Fenabrave teme que falta de componentes prejudique desempenho neste segundo semestre

O bom momento do agronegócio continua favorecendo o mercado brasileiro de tratores e colheitadeiras. A Fenabrave contabilizou a venda de 5.194 unidade em junho, o que representou crescimento de 5,1% sobre as 4.941 comercializadas em maio e de 42,3% sobre as 3.650 negociadas internamente no mesmo mês de 2020.
Por não envolver emplacamentos, os dados relativos a esse setor são contabilizados juntos aos fabricantes e, por isso, têm sempre um mês de defasagem no balanço da Fenabrave. Foi vendido, no acumulado do primeiro semestre, total de 25.482 máquinas agrícolas, volume 34,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (18.935).
Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, também os fabricantes de tratores e máquinas agrícolas enfrentam dificuldades na obtenção de peças e componentes, “o que pode comprometer os resultados do segundo semestre”.
LEIA MAIS
→Paralisação da GM em Gravataí vai chegar a 134 dias
→VW suspende produção em Taubaté e dá férias coletivas no ABC
→Falta de componentes força férias coletivas na Renault
Na primeira metade do ano não chegou a haver paralisação nas linhas de produção de máquinas agrícolas, como aconteceu com frequência nas montadoras de automóveis e comerciais leves por causa, principalmente, da falta de semicondutores.
Mas os fabricantes de tratores e colheitadeiras admitem problemas com escassez de aço e pneus, dentre outros itens, o que vem exigindo um intenso trabalho logístico para evitar interrupções em suas fábricas brasileiras.
Foto: Divulgação/CNH Industrial
Novidade da fabricante na Lat.Bus 2026 demandou investimento de R$ 120 milhões na fábrica de…
Balanço mundial do grupo destaca expansão de 9,3% na receita do primeiro semestre e vendas…
Pesquisa ouviu 1,5 mil consumidores sobre 180 marcas
Especialistas em segurança viária são mais precavidos do que motoristas consultados em estudo global
A demanda por lubrificantes sintéticos nacionais foi a que mais cresceu, com alta de 217%
A alta, no comparativo anual, é de 21,7%, de R$ 92,3 mil para R$ 112,3…