Ovice-presidente e titular do MDIC, Geraldo Alckmin, descartou a possibilidade de ampliação dos créditos concedidos ao setor automotivo para reduzir o preço dos carros. Também informou que a segunda fase do Rota 2030 teve a divulgação postergada e não será mais agora em junho, como anteriormente prevista.

Alckmin participou do seminário da Anfavea sobre o futuro da eletrificação no Brasil, realizado em Brasília (DF) nesta quarta-feira, 14. Com relação ao programa dos carros mais baratos, ele deixou claro que foi emergencial e transitório.

“Os juros futuros já estão baixando e apostamos que a Selic também vai baixar, favorecendo as condições de crédito. O importante é que o mercado reagiu favoravelmente ao programa, com notícias de aumento no fluxo das lojas e das vendas”.

Do valor total de R$ 500 milhões destinado ao programa de crédito para a redução nos preços dos automóveis, perto de 30% já foram consumidos, abrangendo 233 versões de 31 modelos de nove fabricantes.

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Sobre o Rota 2030, o ministro comentou que várias rotas tecnológicas estão sendo avaliados, dentre as quais etanol, híbrido flex e elétricos. Executivos do setor presentes no seminário avaliam que o atraso na divulgação da sua segunda fase é consequência do anúncio do programa emergencial.

“Não tinha sentido sair tudo junto. O importante é que as discussões seguem firmes e já estão adiantadas”, comentou um executivo do setor.


Foto: Divulgação

Alzira Rodrigues
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