Indústria

Primeiro lote de 1 mil veículos da Omoda & Jaecoo começa a ser vendido em abril

Navio com SUVs elétricos e híbridos partiu da China na semana passada

Notícia desta quinta-feira, 6, que fará a Anfavea elevar ainda mais a voz para que o governo adote imediatamente a alíquota de importação de 35% sobre veículos elétricos e híbridos trazidos de fora: cerca de 1 mil utilitários esportivos da Omoda & Jaecoo estão em navio rumo ao Brasil.

O primeiro lote das duas submarcas da Chery deixaram os portos de Xangai e Tianjin, na China, em 27 de fevereiro e estarão na rede de 50 lojas que está sendo aberta este mês em 17 estados já no começo de abril para comercialização.

Curiosamente, chegarão em  um dos portos de Vitória, no Espírito Santo, onde na semana passada navio próprio da BYD atracou com mais de 5 mil veículos também trazidos da China, o que motivou apelo público da Anfavea para que o governo federal antecipe a aplicação dos 35% de imposto de importação previstos apenas para meados de 2026.

A Omoda & Jaecco Brasil está trazendo, inicialmente, os SUVs Omoda 5 elétrico e o híbrido plug-in Jaecoo 7, conhecidos, respectivamente, como OE5 e J7. As marcas, porém, fabricam também outros tipos de veículos, inclusive sedãs.

“É um momento vital para a marca. Estamos nos estágios finais para o lançamento oficial”, afirma Felipe Amaral, diretor de vendas e desenvolvimento de rede da operação brasileira, que pretende vender cerca de 30 mil veículos por ano no mercado brasileiro.

Para chegar a esse volume, O&J já admitiu planos de montagem local de seus veículos após período inicial de importação de seis SUVs com motorizações híbridas — podem ser flex — e elétricas nos próximos três anos.

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Para constituir aqui operação independente da Chery, representada hoje no Brasil pela parceria com o Grupo Caoa, a O&J anunciou investimento de R$ 200 milhões para contratação de pessoal, treinamento e marketing, recursos oriundo da O&J global.

A empresa não descarta iniciar a produção, inclusive para exportação para outros países latino-americanos, talvez ainda em 2025, o que n aturalmente seria possível apenas via regime de montagem de kits trazidos da China.

Muito provavelmente, embora ainda não confirmado oficialmente, em área dedicada da fábrica da Caoa-Chery em Jacareí, SP, unidade fechada há três anos.


Foto: Divulgação

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Publicado por
George Guimarães

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