Para o presidente da Anfavea, programa foi fundamental para estancar queda do mercado de caminhões

Divulgado pelo governo federal há apenas um mês, o programa Move Brasil, que oferece R$ 10 bilhões em linhas de crédito para a renovação da frota brasileira de caminhões, se encerra em 25 de maio sem ter, ainda, um balanço quanto aos seus reais efeitos sobre o mercado.
LEIA MAIS
→Em 2025, produção de caminhões cai 12,1% e a de veículos leves cresce 4,5%
O presidente da Anfavea, Igor Calvet, avalia que o mais importante do programa foi estancar a desaceleração do mercado de caminhões, que vinha atingindo principalmente o segmento de modelos pesados:
“O governo acertou ao aprovar o Move Brasil, estivemos no lançamento oficial do programa na semana passada e, certamente, ele vem em um bom momento. Na prática, contudo, está em vigência há apenas dez dias, o que impede uma avaliação efetiva quanto ao seu retorno”.
Na sua opinião, os caminhões pesados serão os mais beneficiados pelo programa que oferece empréstimos com prazo máximo de 5 anos e carência de até 6 meses. Os juros anuais máximos, a depender da classificação de risco dos mutuários, variam de 13,32% a 14,89%, já incluídos custos financeiros e spread bancário.
Todas as operações poderão ser cobertas pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), com garantias de até 80% do valor financiado.
Veja abaixo um resumo das condições estabelecidas no Move Brasil
Caminhões Novos
Caminhões Seminovos
Procedimento de Desmonte (Contrapartida):
Primeiro SUV elétrico da marca no Brasil ainda não tem preço oficial divulgado
Aporte na unidade francesa de Angers amplia capacidade fabril e reforça estratégia de descarbonização da…
Fiat Strada segue na liderança e o chinês BYD Dolphin Mini fica bem próximo em…
Balanço da Bright Consulting revela participação recorde de 18,1% das marcas chinesas em maio
SUVs renovados já são vendidos em versões únicas por, respectivamente, R$ 189.990,00 e R$ 229.990,00
Em maio, segundo a K.Lume, alta de 11,2% sobre abril e de 22,7% no comparativo…