O nível das atividades da produção de caminhões ainda se mostram atípicos em função da baixa demanda do mercado. Em fevereiro, o ritmo no chão das fábricas foi mais animado em relação a janeiro com um crescimento de 14,5%, de 6.811 para 7.797 produzidas, no entanto, 35% inferior ao mesmo mês do ano passado.
A Anfavea avalia que há o componente da sazonalidade de início de ano, tradicionalmente mais fraco. “O segmento ainda nos preocupa, mas o resultado de fevereiro indica melhoras, além disso há a perspectiva de recuperação com o impulso do Move Brasil”, resumiu Igor Calvet, presidente da Anfavea, durante apresentação do balanço do setor automotivo, na sexta-feira,6.
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O dirigente lembra que o BNDES já aprovou mais de R$ 4 bilhões dos R$ 10 bilhões disponíveis para compra de caminhões com taxas de juros reduzidas. “Há um atraso normal entre o faturamento e o emplacamento do veículo. Certamente, as compras de agora deverão aparecer tanto na produção quanto n mercado somente nos próximos meses.”
A indicação que o segmento de caminhões ainda enfrenta dificuldades se revela também na comparação entre os acumulados dos primeiros bimestres. Enquanto no ano passado, a indústria produziu 20.011 caminhões, nos dois primeiros meses de 2026 saíram das linhas 14.608 unidades, declínio de 27%.
Foto: Divulgação Mercedes-Benz
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