Marca está entre as que mais crescemno mercado brasileiro e em breve anunciará sua segunda fábrica

A GWM encerrou o primeiro trimestre de 2026 entre as marcas de maior volume que mais cresceram no Brasil. Os 15,9 mil licenciamentos de automóveis e comerciais leves registrados representam um nada modesto salto de quase 140% frente aos 6,7 mil veículos negociados em igual período do ano passado.
Afora a ampliação do cardápio de versões de produtos conhecidos e também atualizados, apresentação de veículos inéditos, ingresso em segmentos novos e a expansão da rede de concessionárias, contribuiu e muito para esse avanço o início da produção local no segundo semestre de 2025.
O crescimento verificado de 20% entre os primeiros trimestres de 2025 e de 2024 explicita a aceleração dos negócios que a marca imprimiu de um ano para cá. Em 2024, foram vendidos 5,7 mil unidades, ou seja, somente 1 mil veículos a menos do que conseguiria em 2025.
O resultado comercial janeiro a março últimos já equivale a cerca de 37% dos 42,8 mil veículos que a marca negociou ao longo de todo o ano passado.
Com isso, a GWM aparece como a 11ª marca mais vendida, com 2,7% de participação e muito próxima dos 3,1% da 9ª colocada Nissan e bem à frente de empresas tradicionais e generalistas, como a Citroën, que deteve fatia de somente 1,3% ao entregar 7,6 mil veículos aos clientes finais.
Precisamente neste abril a GWM completa seu terceiro ano no mercado brasileiro. Com esse vertiginoso crescimento, comemora a data com mais de 100 mil veículos emplacados. Foram 11,5 mil em 2023, 29,2 mil no ano seguinte, além dos 42,8 mil de 2025 e da frota computada até abril.
“É um resultado extremamente significativo. Isso mostra que estamos no caminho certo, com produtos alinhados às expectativas do consumidor e uma operação sólida”, comemora Diego Fernandes, COO da GWM Brasil.
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Além da linha eletrificada com a qual deu origem à sua trajetória no País, a GWM “nadou contra a corrente” ao colocar em operação a fábrica de Iracemápolis, SP, montando, além do Haval H6, o também o SUV H9 e a picape Poer, ambos como motor a diesel.
Os dois modelos responderam por cerca de um quarto dos licenciamentos da GWM de janeiro a março, com, respectivamente, 2,7 mil e 1,2 mil unidades entregues.
Para 2026, a marca promete seguir nessa diversidade de tecnologias, que vão dos motores a combustão, passando por híbridos e os puramente elétricos, assim como nos segmentos urbano, off road, com o Tank 300, e luxo, com o recém-apresentado Wey 07.
Curiosidade maior, porém, recai sobre quando a empresa confirmará a contrução de sua segunda fábrica no País. A expectativa é de que isso ocorra ainda nos próximos dias ou semanas.
Afinal, o governo do Espírito Santo antecipou que será no Estado, na cidade de Aracruz, a planta que agregará ainda 200 mil unidades anuais ao fôlego produtivo para a GWM, que hoje conta somente com a capacidade de 50 mil veículos por ano no interior paulista.
Foto: Divulgação
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