Produto

GWM já aceita reserva para o elétrico Ora 5

Primeiro SUV elétrico da marca no Brasil ainda não tem preço oficial divulgado

A data de lançamento sequer foi confirmada e informações técnicas detalhadas do produto não estão nem mesmo disponíveis, mas ainda assim a GWM começou a aceitar nesta segunda-feira, 1, reservas para o Ora 5, seu primeiro utilitário esportivo totalmente elétrico no Brasil.

A GWM não antecipa nem mesmo se haverá alguma vantagem para os clientes que se dispuserem, para ter direito a uma das primeiras unidades, a pagar antecipadamente R$ 9 mil por meio do site da marca, concessionárias autorizadas e também pelo Mercado Livre.

O preço sugerido? Só mesmo em 29 de junho será revelado, quase simultaneamente com a esperada chegada do modelo à rede de concessionárias da marca.

De qualquer forma, com 4,47 metros de comprimento e 2,72 metros de entre-eixos, o Ora 5 é ligeiramente maior do que, por exemplo, o Jeep Compass, que mede 4,4 metros e, o que fará diferença significativa na acomodação dos passageiros de trás, 2,6 metros de entre-eixos.

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Do pouco que a GWM adianta, estão confirmados itens como teto solar panorâmico, bancos elétricos dianteiros, aplicativo para controle remoto de climatização, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.

No interior ainda, central multimídia de 14,6 polegadas, cluster digital de 10,25 polegadas, comando de voz com inteligência artificial, conexão de internet e pacote ADAS 2+ de assistência, além da tecnologia V2L (Vehicle-to-Load), que permite utilizar a bateria para alimentar equipamentos externos. Bateria, aliás, pelo menos oficialmente, que segue em segredo, assim como potência do motor elétrico e autonomia.

importado da China, O Ora 5 é potencial candidato a ser produzido aqui. Seja pelo perfil ou pelos planos da marca de deter portfólio mais amplo, inclusive de tecnologias, inclusive híbrida flex, caso, de fato, for nacionalizado, seja na fábrica de Iracemápolis, SP, ou, mais provável, na futura planta de Aracruz, no Espírito Santo.


Foto: Divulgação

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Publicado por
George Guimarães

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