Indústria

Compras de autopeças na China aceleram e superam US$ 2,64 bilhões

Em junho sobre maio houve alta de 32%, com aquisições da ordem de US$ 523 milhões. No ano, expansão é de 25%.

As aquisições de autopeças chinesas aceleraram em junho, com compras da ordem de US$ 523 milhões, 32% a mais do que em maio (US$ 395,4 milhões). No ano, a China já enviou US$ 2,64 bilhões em peçsa automotivas rros o Brasil, expansão de 25% sobre idêntico período do ano passado (2,12 bilhões).

Os dados constam do relatório da balança comercial do Sindipeças, que mostra estabilidade no total das importações este ano. As compras em outros países atingiram US$ 11,55 bilhões, apenas 0,7% a mais do que os US$ 11,47 bilhões do primeiro semestre de 2025.

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O aumento das compras na China, justificado pela expansão veritinosa da venda de carros chineses no Brasil, vem sendo compensado por quedas nas aquisições nos Estados Unidos e Japão, principalmente.

No primeiro caso, houve recuo de 10,8% para US$ 1,06 bilhão, e no segundo (veja tabela abaixo), de 6,5% para US$ 968 milhões.

Enquanto as importações em geral se mantêm estáveis, as exportações estão em queda, gerando, assim, aumento do déficit da balança comercial do setor, que atingiu US$ 7,8 bilhões no semestre,  valor 4% superior ao do mesmo período do ano passado (US$ 7,5 bilhões).

Segundo o Sindipeças, o quadro semestral reflete os efeitos da manutenção de tarifas pelo governo americano, antes da imposição das sobretaxas (25%) anunciadas esta semana, e a fraqueza da demanda externa em mercados de destino das autopeças brasileiras.

Em junho, particularmente, observou-se um déficit de US$ 1,44 bilhão, 13% acima do resultado do mesmo mês de 2025 (US$ 1,27 bilhão):

“Enquanto as vendas externas cresceram 3,1%, para US$ 712,3 milhões, as importações avançaram 9,5%, para US$ 2,2 bilhões, ritmo de expansão mais de três vezes superior”, destaca a entidade que representa a indústria brasileira de autopeças.

Com relação ao acumulado do ano, as vendas para a Argentina recuaram 22,7% no ano, baixando para US$ 1,2 bilhão. Também houve queda as exportações para os Estados Unidos, de 10,4% (US$ 566,4 bilhões este ano, enquanto os negócios com o Mẽxico evoluíram 14,9%, para US% 403,9 bilhões).



Imagem IA

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Publicado por
Alzira Rodrigues

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