O setor automotivo argentino atravessa momento de dificuldades. Ao menos assim refletem os resultados consolidados pela Adefa ao fim do primeiro semestre do ano. De janeiro a junho, a indústria local produziu 204.658 automóveis e comerciais leves, volume 18,3% inferior ao registrado um ano antes, quando acumulava 250.478 unidades.

Somente em junho, saíram das linhas 37.029 modelos, quedas de 1,9% em relação a maio (37.762) e de 13,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado (42.848).

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As exportações também não apresentaram desempenho confortável. No primeiro semestre, os embarques somaram 126.893 unidades, baixa de 2,1% em relação aos seis primeiros meses de 2025 (129.654). Os recuos ainda persistiram nas comparações mensais, de 11,5% de maio (25.237) para junho (22.373), e de 1,7% no confronto de um ano atrás (22.760).

Por fim, as vendas faturadas para as concessionárias registraram uma reação em junho ao registrar entregas de 44.096 veículos, alta de 22,6% sobre maio (35.979). No entanto, o volume negociado representou queda de 26% ante junho do ano passado (59.807). No acumulado, a rede recebeu 228.129 unidades, 23,7% a menos do anotado um ano antes (299.001).


Foto: Divulgação Peugeot

 

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