Em visita ao México nesta semana, o vice-presidente e ministro do MDIC, Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin,do Alckmin, fechou vários acordos bilaterais, dentre os quais um na área de biocombustível.

O memorando que trata desse tema é a base para futuras ações de cooperação, com o objetivo de impulsionar crescimento do setor sucroenergético no México, aproveitando a reconhecida experiência que o Brasil possui na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar.

O documento dos biocombustíveis foi assinado na quarta-feira, 27, quando o governo brasileiro também encaminhou acordos de cooperação nos setores da agropecuária, fortalecimento comercial e atração de investimentos.

“Quero destacar a importância do memorando que acabamos de assinar”, comentou Alckmin, abordando a  importância social, ambiental e econômica da parceria, que “abre caminho para o crescimento ordenado e sustentável” da produção de biocombustíveis, como etanol, SAF e combustíveis marítimos sustentáveis.

O objetivo do acordo é promover um intercâmbio de experiências e a transferência de tecnologia, equipamentos, metodologias e experiências entre os dois países para acelerar o desenvolvimento do setor de matérias-primas, estimulando a captura e armazenamento de carbono a partir da bioenergia

Comércio bilateral

Em 2024, a corrente de comércio entre Brasil e México somou US$ 13,6 bilhões. As exportações brasileiras totalizaram US$ 7,8 bilhões, com destaques para as vendas de automóveis (US$ 715,4 milhões), carnes de aves e suas miudezas (US$ 563,7 mi) e veículos para transporte de mercadorias (US$ 507 mi).

Já as importações de produtos mexicanos em 2024 totalizaram US$ 5,8 bilhões, com destaques para partes e acessórios de veículos automotivos (US$ 849 milhões), automóveis (US$ 757,8 mi) e veículos para transporte de mercadorias (US$ 264,2 mi).


Alzira Rodrigues
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