A Volvo anuncia que estabeleceu a marca de 100 mil caixas I-Shift desde que iniciou sua produção em Curitiba (PR), com inauguração de uma unidade fabril exclusiva em dezembro de 2011. Lançada por aqui em 2003, ainda como componente importado, a tecnologia foi pioneira no mercado brasileiro, estabelecendo mais etapa de evolução no transporte rodoviário de carga e passageiros.

Os argumentos eram poderosos para o transportador aceitar a novidade. A inteligência embarcada nas trocas de marcha providenciou economia de até 5% de combustível em relação aos veículos com câmbio manual, conforto, item diretamente relacionado à produtividade, e menores custos de manutenção, especialmente no trem de força, afinal, a tecnologia eliminou eventuais erros do motorista.

Primeiro projeto de fábrica fora da Suécia

“A transmissão automatizada da Volvo foi o maior avanço para economia de combustível, conforto e produtividade no setor de transportes comerciais desde sua introdução no Brasil”, reforça em nota Alan Holzmann, diretor de estratégia de produto da fabricante. “Mesmo na Europa, era um projeto disruptivo, muito superior às caixas manuais ou às caixas automáticas tradicionais, com conversor de torque. A I-Shift foi um grande divisor de águas.”

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Além do trabalho de convencimento junto ao transportador, o lançamento da I-Shift iniciou uma corrida dentre as fabricantes em passar a ter no portfólio a opção de transmissão automatizada. Quando decidiu localizar o sistema no País, o primeiro projeto do gênero fora da Suécia, a caixa da Volvo já se encontrava em 80% na programação de produção dos caminhões pesados da marca e em 90% na linha de ônibus rodoviários.

Hoje, praticamente a totalidade dos modelos pesados de aplicação rodoviária de longas distâncias sai de fábrica com a tecnologia, não só na Volvo, mas em todas outras fabricantes de veículos comerciais.

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Foto: Volvo/Divulgação