Produto

ZF já produz freio de estacionamento elétrico no Brasil

Sistema tem aplicações em automóveis e até mesmo caminhões leves

A ZF ampliou, mais uma vez, seu portfólio de produtos e tecnologias fornecidos para as montadoras a partir de suas operações industriais na América do Sul. A sistemista já produz no Brasil o sistema de segurança ativa EPB – Electric Parking Brake.

O equipamento, presente sobretudo em automóveis de segmento superiores e que começa a ser mais ofertado em veículos de menor valor, sai da fábrica de Limeira, SP. Inicialmente, para utilitário esportivos vendidos no mercado interno. Até então a empresa importava o freio eletrônico de suas operações no México e Europa.

Com a nacionalização, a ZF é a primeira empresa a produzir freio de estacionamento elétrico no Brasil, após se consagrar como a maior fabricante global do sistema e que já contabiliza mais de 150 milhões de unidades vendidas. Depois do mercado intenro, os EPB brasileiros serão enviados para as montadoras na Argentina.

Mauricio Sica, gerente de Engenharia da ZF, antecipa que uma vez nacionalizado, o sistema deve ser entregue para  sedãs maiores, hatches e até caminhões leves. O fornecimento dependerá da estratégia de cada montadora e, consultada pela reportagem.

A ZF diz que números de produção e de capacidade produtiva são estratégicos e, portanto, sigilosos. A empresa também não informa valores investidos para a nacionalização.

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A produção em Limeira está integrada com a unidade industrial da empresa em Engenheiro Coelho, também no interior paulista, onde são desenvolvidos os processos de fundição e usinagem. A montagem do produto adota conceitos da indústria 4.0, com robôs colaborativos, sensores e câmeras de última geração.

Totalmente automatizado, o EPB pode ser aplicado nas rodas dianteiras e traseiras, acionado automaticamente assim que o carro for desligado ou com a alavanca de câmbio na posição “P”, ou ao se abrir qualquer porta, dentre outras possibilidades. A desativação também pode ser feita de várias maneiras, a depender da escolha técnica da montadora.


 

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Publicado por
Redação AutoIndústria

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