Crescimento de 18% nas vendas de março reduz de maneira significativa a diferença entre os volumes acumulados dos períodos de cada ano

Ao fim do primeiro trimestre, o mercado de caminhões revelou cenário de recuperação com registro de segundo mês consecutivo do ano em crescimento. Conforme os dados de emplacamentos apresentados pela Fenabrave, na quarta-feira, 3, em março as vendas somaram 9,7 mil unidades, volume que representou altas de 18,3% sobre fevereiro, quando anotou 8,2 mil licenciamentos, e de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado (9,3 mil unidades).
Com o desempenho mostrado até o momento, as vendas de janeiro a março acumularam 25,9 mil caminhões negociados, 5,6% inferior ao registrado um ano antes, de 27,4 mil unidades. Mas ainda que o encerramento do trimestre expresse queda, a diferença anotada já se mostra bem menor em relação ao balanço do primeiro bimestre, quando fechou com retração acima de 10%.
LEIA MAIS
→Mercado de caminhões começa a mostrar reação
Para o presidente da federação que representa os concessionários no País, Andreta Jr., os resultados proporcionam sinais claros da recuperação após período difícil do ano passado, com vendas majoritárias de caminhões de estoque, da geração anterior adequada ao Proconve P7. “Hoje, a diferença no acumulado caiu para 5%, o que demonstra a retomada do mercado”, afirma.
As demandas seguem o perfil tradicional da característica do transporte de carga brasileiro. No encerramento do primeiro trimestre, os emplacamentos de caminhões pesados participaram com 53,9% das vendas totais, seguidas pelas de semipesados (26,7%), médios (10,7%), leves (4,9%) e semileves (3,6%).
Foto: Volvo/Divulgação
Novidade da fabricante na Lat.Bus 2026 demandou investimento de R$ 120 milhões na fábrica de…
Balanço mundial do grupo destaca expansão de 9,3% na receita do primeiro semestre e vendas…
Pesquisa ouviu 1,5 mil consumidores sobre 180 marcas
Especialistas em segurança viária são mais precavidos do que motoristas consultados em estudo global
A demanda por lubrificantes sintéticos nacionais foi a que mais cresceu, com alta de 217%
A alta, no comparativo anual, é de 21,7%, de R$ 92,3 mil para R$ 112,3…