Objetivo é fazer frente à investida dos carros eletrificados chineses. Mitsubishi também pode participar.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 23, véspera de Natal, os presidentes mundiais da Nissan e da Honda, Makoto Uchida e Toshihiro Mibe, confirmaram negociações visando à fusão das duas empresas, que criaria o terceiro maior grupo em venda de veículos do mundo, atrás apenas da Toyota e Volkswagen.
“A ascensão das montadoras chinesas e de novos participantes mudou bastante a indústria automobilística”, disse o Toshihiro Mibe, reconhecendo ser necessário desenvolver capacidades para lutar com eles até 2030: “Caso contrário, seremos nderrotados”.
LEIA MAIS
→Honda e Nissan próximas de uma fusão global, afirma imprensa japonesa
A preocupação é com a investida da China no mundo da eletrificação, com importações de produtos do gênero que têm preocupado diversos países, inclusive o Brasil.
Juntas, Nissan e Honda teriam vendas anuais da ordem de US$191 bilhões (30 trilhões de ienes) e lucro operacional de mais de 3 trilhões de ienes, informaram na coletiva. A ideia é concluir as negociações até junho próximo para estabelecer uma holding até agosto de 2026, quando as ações de ambas as empresas seriam retiradas da lista.
Também foi informado na ocasião que a Mitsubishi Motors, da qual a Nissan é acionista majoritária, considera participar da fusão. A junção das três marcas elevaria as vendas globais do grupo japonês para mais de 8 milhões de veículos. O atual terceiro grupo é a Hyundai e a Kia da Coreia do Sul.
Foto: Divulgação
Programa incluído no centro de treinamento da marca é mais uma iniciativa do Movimento A…
Equipamentos se deslocam até os veículos, acionados por aplicativos nos celulares
Evento acontece em São Paulo em 16 de abril, reunindo especialistas e fabricantes do setor…
Objetivo é ampliar a precisão e a eficiência dos testes dinâmicos e funcionais após o…
Montadora, entretanto, não informa prazos para os embarques e terá que cumprir índices mínimos de…
Marca incorpora na oferta sete opções de veículos comerciais dentre furgões e caminhão leve