A Morini, fabricante de motos italiana, iniciou nesta semana a montagem dos seus primeiros veículos na fábrica do Grupo DBS, em Manaus. A primeira concessionária da marca será inaugurada em junho em Santo André, no ABC paulista, e a meta é ter 10 a 12 lojas nas principais capitais brasileiras até 2027.
Gunther Hofstatter, diretor de Vendas e Pós-Vendas da Moto Morini Brasil, avalia que a operação manauense representa o renascimento da escola italiana de motos no Brasil, “uma escola de vanguarda, que criou os conceitos de luxo, estilo e performance e que, por muitos anos, não esteve completamente suportada e abastecida no País”.
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Segundo o executivo, a produção na Zona Franca de Manaus traz competitividade aos preços da marca e agressividade para abastecer adequadamente o mercado brasileiro. A Morini quer chegar a 5 mil motos vendidas por ano no prazo de três anos, “entrando para o top 10 de emplacamentos no Brasil”, informa comunicado divulgado nesta sexta-feira, 9, pela empresa.
O projeto da Moto Morini no Brasil vem sendo estruturado há pelo menos dois anos. “Não nos vemos como uma engrenagem isolada, mas como parte de um ecossistema composto por fornecedores, concessionários, cadeias de suprimento e clientes. Estamos aqui com um projeto de longo prazo, trazendo o melhor em design, luxo e performance para o consumidor brasileiro”, afirma.
A operação escolhida para o início das atividades em Manaus foi o CKD (Completely Knocked Down), com a montagem ocorrendo a partir de kits importados. A operação envolverá inicialmente três modelos: X-Cape 650cc, Seiemezzo 650cc (versões Street e Scrambler) e Calibro 700cc.
Foto: Divulgação/Morini


