A Volkswagen encerrou 2025 como líder inconteste em utilitários esportivos, apenas um ratificação do que já ocorrera nos dois anos anteriores. Com T-Cross, Nivus, Tera, Taos e Tiguan, deteve 18,7% do maior segmento de vendas do mercado interno e que esbarrou em 1,1 milhão de unidades.

O que acabou muito bem no ano passado, começou melhor ainda em 2026. O mesmo quinteto de SUVs alcançou  15,1 mil licenciamento em janeiro, 19,5% dos 77,5 mil utilitários esportivos negociados por todas as marcas, sejam nacionais ou importados, uma universo que engloba cinco dezenas de modelos.

Melhor ainda: ampliou quase 1 ponto porcentual em uma categoria que cresceu 7,5% na comparação anual, cinco vezes a média de 1,4% do mercado específico de automóveis, e que respondeu por 62% dos emplacamentos de automóveis de passeio.

E as boas notícias para a Volkswagen se sucederam em janeiro. Além de o T-Cross sustentar a liderança de 2025, com 5,7 mil unidades, a marca fez “dobradinha” com o Tera, que teve 5 mil unidades vendidas, muito próximo, portanto, do líder.

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A Jeep foi a segunda marca que mais vendeu SUVs no mês passado, com participação de 11,5%, seguida pela coirmã de Stellantis Fiat, que  respondeu por 9,2%.

Daí para trás, uma verdadeira briga unidade a unidade pela quarta colocação entre  Honda (5,9%), GM (5,8%), Hyundai (5,7%) e as chinesas BYD (5,6%), GWM, que, com 5% de penetração, empatou com a Toyota — ainda com produção e oferta limitadas do Corolla Cross e que somente este mês começa a fabricar em regime comercial o recém-lançado Yaris Cross —,  e Caoa Chery (4,5%).


Foto: Divulgação

George Guimarães
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