T odos os detalhes técnicos, inclusive motorização — que deve mesclar um motor 1.5 aspirado a gasolina com outro elétrico —, serão revelados somente no mês que vem, quando o modelo será lançado, de fato.

Mas o Dolphin G DM-i, híbrido plug-in, revelado nesta terça-feira, 26, tem alguns atributos conhecidos que podem sustentar o hatch na ponta das vendas da BYD em diversos países. A começar pela autonomia declarada de 1.000 km.

O Dolphin G, afirma a montadora chinesa, foi projetado para o mercado europeu. Claro que apenas em princípio. Pelo porte e pela tecnologica híbrida, é opção também para mercados de menor poder de compra, grandes extensões e de infraestrutura de carregamento deficitária — leia-se América do Sul, Brasil em particular.

A fábrica da BYD em Camaçari, BA, é, portanto, potencial base produtiva do novo modelo para a região a partir do ano que vem.

Em tese, o híbrido entraria na linha oferecida aqui imediatamente abaixo do Dolphin elétrico e acima do Doplhin Mini, que seguiria como o carro mais barato da marca no País.

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O Dolphin G tem carroceria de 4.160 mm de comprimento e 1.825 mm de largura, 130 mm mais curta e 55 mm mais larga do que o Dolphin totalmente elétrico já vendido na Europa, região que receberá as primeiras unidades para vendas efetivas somente em meados do próximo semestre.

BYD Dolphin G

O desenho, verdade, guarda muito mais traços de produtos europeus do que os revolucionários e às vezes duvidosos de boa parte dos carros chineses. Não se trata de um rompimento total com o Dolphin atual, mas muito mais próximo de veículos ocidentais.

Um estilo um pouco mais esportivo, evidenciado pelos faróis finos, grandes entradas de ar no para-choque dianteiro e, na versão apresentada, rodas pretas assim como a coluna traseira.

Dentre os itens de auxílio à condução, a BYD antecipou apenas o básico para um modelo da marca: sistema de câmeras com visão 360° e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.


Foto: Divulgação

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