A Volvo Trucks comemora os 10 anos desde o nascimento da linha FMX, gama de caminhões projetada especialmente para cumprir tarefas severas em aplicações na construção, mineração, produção florestal e de cana-de-açúcar.

Desenvolvido a partir do alinhamento com operadores de diversos segmento, o caminhão é para a marca um divisor de águas, responsável pelo crescimento de participação da empresa no segmento fora de estrada em todo o mundo. “Rapidamente se tornou referência para frotistas e para os motoristas”, resume Alcides Cavalcanti, diretor executivo de caminhões da Volvo no Brasil.

A robustez guiou o projeto desde o início, com a presença de pino de reboque, grades protetoras nos faróis, protetor reforçado de carter e barra frontal de proteção. Em 2014, em segunda geração, quando começou a desembarcar no Brasil, incorporou mais capacidades, com suspensão mais elevada, o que permitiu altura livre do solo em 300 milímetros e um pino de reboque para 32 toneladas.

No trem de força também o caminhão traz particularidades para enfrentar condições extremas, como a caixa de transmissão automatizada I-Shift reprogramada para operar com pesos de alta densidades e em terrenos acidentados. Desde 2016, caso o operador precise, o I-Shift entrega capacidade para trabalhar em composições de até 250 toneladas. Para o motor, a montadora oferece potências de 380 cv a 540 cv.

Essa capacidade máxima de tração, aliás, foi o principal atributo para o FMX ser escolhido para uma operação inédita no Brasil no segmento florestal. Uma frota de 19 unidades do FMX trafega no interior das fazendas da Suzano Papel e Celulose carregados de toras de eucalipto como hexatrem, composição de 52 metros formada por seis semirreboques. De acordo com a marca, é uma solução única no País.

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Ao longo dos 10 anos, a Volvo promoveu as capacidades técnicas e tecnológicas do FMX em diversos vídeos curiosos e bem humorados. Casos da pequena Sophie, de 4 anos, que conduziu um FMX por controle remoto do alto de uma plataforma, do presidente da Volvo pendurado no caminhão para comprovar a resistência do pino de reboque e do hamster que, estimulado pelo motorista com uma cenoura, dirigiu o caminhão por trecho de aclive em uma mineradora.

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Foto: Volvo/Divulgação