Apesar da acirrada disputa entre as três gigantes do setor automotivo brasileiro, a General Motors mais uma vez encerrou 2020 na liderança do mercado, com 338,5 mil emplacamentos e 17,4% do mercado. A diferença para a vice-líder Volkswagen e a Fiat, terceira colocada, foi bem apertada, com menos de 1 ponto porcentual de separando as três marcas.

A Volkswagen vendeu 327.683 automóveis e comerciais leves, com fatia de 16,8%, enquanto a Fiat comercializou 321.836 unidades, responendo por 16,5% das vendas totais do sesgmento. A GM conquistou a liderança em 2020 pelo quinto ano consecutivo.

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“Num ano em que a sustentabilidade do negócio foi o grande desafio, também pela forte desvalorização do real frente ao dólar que vem impactando no aumento generalizado dos preços dos carros, a liderança da Chevrolet é consequência de uma estratégia vencedora”, comenta Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul, destacando que a marca intensificou o foco no varejo, com ganhos de participação sobre os concorrentes.

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O executivo aproveitou a divulgação do balanço das vendas da GM para anunciar a retomada dos investimentos no País, que foram postergados por causa da pandemia da Covid-19. Só no Estado de São Paulo os aportes somam R$ 10 bilhões e visa o desenvolvimento e a produção de veículos inéditos, além da ampliação da oferta de equipamentos como os exclusivos OnStar e o Wi-Fi nativo.

Além de confirmar a primeira posição do Onix hatch no ranking dos veículos mais vendidos no Brasil, a GM  liderou também entre os sedãs, com o Onix Plus. A empresa também destaca a importância do SUV Tracker para o desempenho da marca em 2020. Com a nova geração lançada em março, o modelo emplacou 49,3 mil unidades, registrando o maior índice de crescimento do segmento em relação a 2019.


Foto: Divullgação/GM