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Michelin quer 30% de suas receitas globais em outras atividades

Meta para 2030 integra planos que objetivam também reduzir emissões em 50%

A Michelin já definiu seus objetivos globais para 2030. Em encontro com investidores, na sexta-feira, 8, o CEO Florent Menegaux revelou que, a partir de 2023, atenuados os efeitos da pandemia sobre a economia mundial, o grupo francês perseguirá crescimento médio anual de 5% , diversificará negócios e buscará operações e produtos ainda mais limpos.

O faturamento estimado em vendas para 2023 é da ordem de € 24,5 bilhões . Daqui a 9 anos, calcula Menegaux, algo entre 20% a 30% das receitas da empresa virão de atividades que não as mais que centenárias produção e vendas pneus.

Uma delas é o fornecimento de células de combustível a hidrogênio, segmento onde o grupo já é representado pela Symbio, joint venture com participação igulalitária da Faurecia. A Michelin também pretende impulsionar uma forte expansão em serviços, dispositivos médicos, impressão 3D de metal e, por meio de parceriais e aquisições,  fornecimento de compostos flexíveis, como correias, tecidos revestidos, transportadores e vedações.

As metas integram a  estratégia “Tudo Sustentável para 2030: Michelin em Movimento” e que prevê ainda a redução pela metade das emissões de CO2 registradas pelo grupo em 2010 — e zerar totalmente até 2050 — , além de aumentar para 40% a participação de  matérias-primas sustentáveis em todos os produtos

A Michelin também pretende impulsionar uma forte expansão em serviços, dispositivos médicos, impressão 3D de metal e, por meio de parceriais e aquisições,  fornecimento de compostos flexíveis, como correias, tecidos revestidos, transportadores e vedações.

” Mesmo que permaneça fiel ao seu DNA, em 2030 o perfil do grupo terá mudado significativamente com o crescimento de novos negócios de alto valor agregado em torno e além dos mercados”, pontuou  o CEO.

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Foto: Divulgação

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Redação AutoIndústria

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