Fabricante investiu € 2 bilhões para desenvolver motores a combustão mais eficientes, com promessa de 8% de economia

Cinco anos depois de introduzir uma geração inteiramente nova de caminhões na Europa, a Scania apresenta aprimoramentos em produtos que já tornaram reconhecidos pela eficiência.
A empresa investiu € 2 bilhões no desenvolvimento de motores que, a exemplo, do que ocorreu em 2016, com Nova Geração, também não houve transferências de projetos anteriores. É tudo novo, com a garantia de entregar mais 8% de economia de combustível, vida útil para 2 milhões de quilômetros e exigência de menos manutenção.
Com mais eficiência energética, a Scania persegue caminho nas etapas da descarbonização. Ainda que os motores ainda sejam movidos a diesel, os novos motores agora também aceitam combustíveis mais amigáveis ao meio ambiente, como HVO e biodiesel 100% renovável.
A evolução proporcionada pela Scania no trem de força responde por motores de 13 litros com 420, 460, 500 e 560 cv associados às mais novas caixas de transmissão automatizadas Opticruiser, lançada no ano passado. Em paralelo, novos eixos de tração atendem às inéditas especificações oferecidas. O objetivo é preservar eficiência nas baixas rotações, portanto, menos consumo e emissões.
“A indústria dos transportes é um dos setores que mais consome energia no mundo. Por isso, não podemos esperar para reduzir as suas emissões de carbono”, entende Stefan Dorski, vice-presidente sénior, responsável pela Scania Trucks. “O mundo ainda depende, em grande medida, do transporte por caminhões com motores a combustão. Isso destaca a importância das melhorias em eficiência de combustível que fornecemos com a nossa nova plataforma de motores.”
Além do trem de força, a Scania também ampliou as possibilidades de construção do veículo, com maior gama de reservatório de combustível, com capacidades de 165 a 700 litros, arquitetura modular do chassi e oferta de câmeras no lugar de espelhos retrovisores.
As novidades da Scania, por enquanto, beneficiam o transportador europeu. Cabe, no entanto, lembrar que a fabricante opera com sistema global de produção e, o Brasil, inserido nele. Portanto, não é difícil especular os novos motores por aqui em pouco.
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