Os metalúrgicos da General Motor decidiram, em assembleia nesta quarta-feira, 8, suspender a greve que afetou as fábricas paulistas de São José dos Campos, São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes ao longo de 17 dias.

Os funcionários retornaram ao trabalho depois de acordo entre os sindicatos e a montadora e que condicionava a suspensão da paralisação ao pagamento dos dias parados para todos os trabalhadores e licença remunerada para quem havia sido demitido, um universo de 1.244 pessoas nas três unidades.

O fim da greve foi alinhavado em reuniões nos dias 6 e 7 de o utubro. Ainda assim, os trabalhadores mantiveram aviso permanente de greve, ou seja, caso a GM não cumpra os termos acordados, a paralisação será retomada.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, as negociações continuarão nos próximos dias para busca de alternativas que evitem futuras demissões.

A GM já havia se comprometido a cancelar as demissões, obedecendo determinação liminar dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRT da 2ª e 15ª) e pelo Tribunal Superior do Trabalho, mas descontou os dias parados durante a greve.

De acordo com o sindicato de São José dos Campos, a montadora também pretendia rever o acordo de layoff que estabelece estabilidade no emprego para todos da fábrica do Vale do Paraíbas até maio de 2024.


Foto: Divulgação/SMSJC

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