Indústria

Na gestão de Lula, BNDES aprovou R$ 10,3 bilhões para o setor automotivo

O valor é 112% superior ao aprovado entre 2019 e 2022, revela Aloízio Mercadante

Com o anúncio da liberação de crédito de R$ 2,3 bilhões para a Volkswagen impulsionar as exportações e o desenvolvimento de novas tecnologias de eletrificação no Brasil, o BNDES totaliza total de R$ 10,3 bilhões aprovado para o setor automotivo desde 2023,  ou seja, durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva.

O valor é 112% superior ao aprovado entre 2019 e 2022 (R$ 4,9 bilhões), conforme informou nesta sexta-feira, 31, o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, ao participar de evento promovido pela Volkswagen na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, ABC paulista.

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Apenas entre janeiro e setembro deste ano, o banco aprovou R$ 5 bilhões em recursos da linha BNDES Mais Inovação, que garantem investimentos  no desenvolvimento de tecnologias de Adas (sistemas avançados de assistência ao condutor) e conectividade.

No caso da Volkswagen, o crédito foca a estreia não só de modelos mais seguros como também de híbridos em todas as suas modalidades, do chamado leva ao plug-in.

Conforme anunciou a montadora, cada um dos híbridos é pensado para atender às diferentes necessidades dos consumidores brasileiros e para aproveitar ao máximo o potencial dos biocombustíveis nacionais, “unindo sustentabilidade, autonomia e performance”.

Durante o evento no ABC paulista, Mercadante comentou que para superar o desafio da neoindustrialização na economia nacional, é necessário garantir condições de financiamento adequadas para que as empresas brasileiras não fiquem em desvantagem em relação a seus competidores internacionais.

“O crédito à exportação é uma atividade de Estado inerente a todas as economias industrializadas do mundo. O BNDES, por intermédio de suas linhas de apoio às vendas externas, induz a exportação da produção nacional para que nossas empresas busquem mais mercados e gerem emprego e renda no Brasil”, complementou o presidente do BNDES.


Foto: Divulgação/Agência BNDES

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Publicado por
Alzira Rodrigues

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