Por Redação

A BMW segue na sua longa saga de lançar veículos da família X, algo que acontece sistematicamente nos últimos anos de forma ininterrupta.  No Salão de Detroit deste ano, os holofotes do estande da montadora alemã estão quase todos voltados para o X2.

Já com frequentes aparições ainda na forma de conceito nos últimos eventos internacionais,  havia muito pouco o que a BMW tinha a revelar como novidade sobre o modelo que chegará ao mercado europeu neste primeiro semestre e ainda este ano, como importado, no mercado  brasileiro.

O novo carro naturalmente será posicionado na linha BMW entre  o X1 e o X3.  Diferente de seus doi irmãos mais próximos, porém, o X2 está mais para uma station wagon do que propriamente para um crossover. A começar pela a altura. Deve agradar quem já está saturado com a overdose de SUVs que tomou conta da marca e de toda a indústria automotiva mundial nos últimos cinco anos.

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O X2 tem  4,36 m de comprimento e 2,67 m de entre-eixos, pode acomodar até 470 litros ne bagagem no porta-malas. Por enquanto, conta com três opções de motores: um de quatro cilindros a gasolina turbo, de 192 cv de potência, e dois turbo-diesel de 190 cv e 231 cvs. Há opções de transmissões de sete ou oito marchas automáticas sequenciais.

Produzir ou não o X2 no Brasil é algo ainda  indefinido  na estratégia da montadora, pelo menos de forma oficial. A BMW diz esperar as diretrizes do Rota 2030 para deliberar sobre a nacionalização de mais um veículo, mesmo em regime de CKD, como ocorre com os atuais modelos montados da unidade industrial de Araquari (SC).

 


Fotos: Divulgação/BMW