Ao tomar posse nesta terça-feira, 23, o novo presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, defendeu a reforma da previdência social e o encaminhamento de outras medidas na área governamental, citando especificamente a reforma tributária, que diz ser fundamental para garantir maior competitividade para a indústria nacional.

O executivo garantiu que a entidade tem mantido um bom relacionamento com o atual governo. “A Anfavea tem abertura junto ao governo federal e temos sido bem recebidos em diversos ministérios. Estamos prontos para debater temas de interesse da indústria e do País e enviar sugestões como as relativas à simplificação da carga tributária brasileira”.

Segundo Moraes, dentre os temas que já estão sendo tratados com o governo está o programa de renovação da frota, uma das mais antigas reivindicações da cadeia automotiva em prol da retirada de veículos velhos de circulação e, consequentemente, de uma maior movimentação no mercado de novos e seminovos.

“O Ministério da Infraestrutura já nos chamou para conversar sobre esse assunto. Estamos atualizando os dados para poder encaminhar melhor o debate e dentro das próximas semanas vamos tratar disso”, comentou o executivo,  informando ainda que dirigentes da entidade terão vários encontros nesta quarta-feira, 24, em Brasília.

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O novo presidente da Anfavea, que tem Fabricio Biondo como 1º vice-presidente, falou sobre a revolução pela qual passa o setor automotivo no mundo, com evoluções nunca vistas em diferentes áreas, como a da concectividade e da eletrificação, rumo ao veículo autônomo.

“Para acompanhar esse movimento o Brasil precisa buscar maior competitividade e crescimento para a indústria ter condições de investir”. Por isso, segundo o executivo, a necessidade das reformas da previdência e tributária, dentre outras.

Moraes substituiu Antonio Megale, que esteve à frente da Anfavea nos últimos três anos. Na ocasião, Megale fez um pequeno balanço de sua gestão, destacando a aprovação do Programa Rota 2030, que traz previsivilidade para o setor até 2032, com medidas nasáreas de eficiência energética e de segurança, além de incentivar investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento.


Foto: Divulgação/Mercedes-Benz