A demanda de veículos no mercado segue se apresentando crescente a cada mês após queda abrupta provocada para pandemia da covid-19 entre os meses de abril e maio.

Segundo dados da Acara, a associação que reúne os concessionários, em setembro, os 34,7 mil veículos vendidos representaram alta de 13,3% sobre as 30,6 mil unidades registradas em agosto. O desempenho chegou próximo ao registrado no mesmo mês do ano passado, quando o consumidor argentino adquiriu 36,1 mil unidades, uma queda 3,9%.

De janeiro a setembro, no entanto, persiste um declínio significativo de 34,4%. No período foram emplacados 249,2 mil veículos ante 379,9 licenciamentos de um ano atrás, mais de 130,7 mil unidades a menos.

O segmento de automóveis foi principal responsável pelo resultado positivo. Em setembro, os emplacamentos de carros anotaram evolução de 17,1%, para 23 mil unidades contra 19,7 mil registradas em agosto. Na comparação com os 25 mil automóveis negociados no mesmo mês do ano passado, o foi recuo de 7,8%. No acumulado do ano, a retração alcançou 39%, de 277,9 mil para 169,4 unidades.

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No mercado de comerciais leves, as 9,6 mil unidades negociadas no mês passado representaram altas de 8,4% sobre os 8,9 mil emplacamentos de agosto e de 2,3% em relação aos 9,4 mil de setembro de 2019. Nos nove primeiros meses, chegaram às ruas e avenidas da Argentina mais de 66,1 mil utilitários, volume 23,8 menor em relação ao acumulado de um ano atrás.

No segmento de comerciais pesados, as vendas de setembro recuaram 1,9% em relação a agosto, de 2 mil para 1,9 mil unidades, mas representaram crescimento de 16% sobre os 1,6 mil emplacamentos registrados no mesmo mês do ano passado. No ano, o declínio chegou a 10% com 13,7 mil unidade negociadas nos primeiros nove meses do ano.

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