O crescimento nos últimos meses do mercado de caminhões, assim como das atividades de transportes, têm refletido positivamente nas vendas de peças de reposição e acessórios da Mercedes-Benz. Da linha original Alliance Truck Parts, foram negociadas 73 mil unidades no primeiro quadrimestre de 2021, número que resultou em salto de 155% sobre o faturamento registrado em igual período de 2020.

Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente da Mercedes-Benz do Brasil, enfatiza que a forte ascensão confirma a tendência da curva  verificada desde a criação da linha no País, em 2014. “Em outubro do ano passado, havíamos alcançado o melhor resultado mensal, mas desde então temos batido recordes de venda a cada mês”, assegura o executivo.

Além do incremento do transporte, sobretudo de produtos ligados ao agronegócio e comércio eletrônico, Renan alinha a maior diversificação de itens oferecidos na rede de concessionárias da marca entre os fatores que impulsionam as vendas.

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O portóflio mais que dobrou nos últimos dois anos, também com a ampliação da linha de acessórios, que permite a personalização dos vários modelos de caminhões da marca, inclusive do extrapesado Novo Actros, que agora pode ser equipado com defletores aerodinâmicos e saias laterais. O cliente pode comprar ainda produtos para ampliar o conforto, segura ou o visual, como geladeiras,  rodas de alumínio ou portetores de estribo.

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A lista é gigante. A linha da Alliance, sempre com 6 meses de garantia, inclui peças para os caminhões Mercedes-Benz, veículos de outras marcas, novos ou usados, e até implementos rodoviários. Estão disponíveis, dentre muitos outros, itens como tambores, lonas, discos e pastilhas de freio, filtros de combustível, óleo e ar, bombas d’água, mangueiras, turbinas, embreagens, baterias e lâmpadas.

As vendas de autopeças e componentes para a reposição têm ajudado também os fornecedores neste período de pandemia. Em 2020, o faturamento líquido do setor recuou 17,5%, as transações com as montadoras encolheram 24,2% e as exportações caíram 28,4% em dólares e 6,8% em reais.

Já para o mercado de reposição registrou crescimento pequeno, de 1,4%, mas acabou como o único segmento com evolução no primeiro ano da pandemia.


Foto: Divulgação